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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 4 de março de 2016

MIL-Notícias, Brasil...

A Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, afirmou que está inconformada com a ação da Polícia Federal e do Ministério Público, que obrigaram hoje o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a prestar depoimentos nas investigações da operação Lava Jato, em São Paulo.
Dilma diz-se "inconformada" com detenção para inquérito de Lula
"Manifesto meu integral inconformismo com o facto de um ex-Presidente da República que, por várias vezes, compareceu voluntariamente para prestar esclarecimentos perante as autoridades competentes, seja agora submetido a uma desnecessária condução coercitiva para prestar um depoimento", afirmou a chefe de Estado, em comunicado.
Em relação às medidas decididas pela Justiça Federal, a pedido do Ministério Púbico, e executadas, no dia de hoje, pela Polícia Federal, Dilma Rousseff defende o cumprimento da Constituição, a única via segura para o bom exercício das funções públicas.
Rousseff considera que "é necessário que as investigações prossigam", mas pediu aos agentes públicos que tenham respeito pelos direitos individuais.
Segundo a presidente brasileira, esses direitos "passam, nas investigações, pela adoção de medidas proporcionais que jamais impliquem em providências mais gravosas do que as necessárias para o esclarecimento de factos".
Dilma conclui dizendo que condena as fugas de informação, que permitem "pré-julgamentos antes do exercício do contraditório e da ampla defesa" e "não contribuem para a busca da verdade, mas apenas servem para animar a intolerância e retóricas antidemocráticas".
Na manhã de hoje, o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ouvido por procuradores federais, que suspeitam que ele tenha obtido, de forma ilegal favores, doações e o pagamento de serviços de palestras que somam 7,2 milhões de euros (30 milhões de reais),
O Ministério Público suspeita que esse dinheiro tenha sido dado ao ex-Presidente do Brasil por seis empresas ligadas ao escândalo de corrupção na Petrobras entre 2011 e 2014, em troca de favorecimento nos contratos firmados por estas empresas com a petrolífera brasileira.

CYR // PJA
Lusa/Fim

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