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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 27 de fevereiro de 2016

MIL-Notícias, Moçambique...

Mais de 300 mil famílias poderão ser afetadas pela seca até junho em Moçambique      

Mais de 300 mil famílias em Moçambique poderão ser afetadas até junho pela seca que assola o país, anunciou hoje o porta-voz do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), citado pela Rádio Moçambique.

Paul Tomás, que falava após uma reunião do Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE) em Maputo, disse que a situação das famílias afetadas pela seca, que já deixou cerca de 160 mil pessoas em situação de insegurança alimentar em todo país, constitui uma preocupação para o Governo.
"Estamos a envidar esforços para controlar a situação", afirmou o porta-voz, referindo que, em resposta à situação, o Governo abriu um total de 20 furos nas duas províncias mais afetadas pela estiagem no sul do país, nomeadamente Gaza e Inhambane.
O porta-voz do INGC garantiu que "a situação das inundações, na zona norte, está controlada", valorizando que o Governo desenhou estratégias a nível das autoridades locais.
O Governo moçambicano, explicou Paulo Tomás, previa, inicialmente, dar assistência as famílias afetadas pela seca até ao fim do mês em curso, porém, uma monitoria concluiu que o cenário pode agravar-se.
"Nesta monitoria que está a ser feita, a projeção indica que o cenário pode ficar ainda mais complicado", afirmou o porta-voz, observando que os cerca de 63 milhões de meticais (mais de um milhão de euros) definidos inicialmente como necessários para fazer face à situação não serão suficientes, na medida em que o número de pessoas afetadas pode subir.
Entre outubro e abril, Moçambique é ciclicamente atingido por cheias, fenómeno justificado pela sua localização geográfica, a jusante da maioria das bacias hidrográficas da África Austral, mas o sul do país é igualmente afetado por secas prolongadas e que este ano atingem também províncias da região centro.
Diário Digital com Lusa

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