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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 7 de fevereiro de 2016

BPI: Angola corre mais riscos com austeridade e reformas desordenadas

BPI: Angola corre mais riscos com austeridade e reformas desordenadas      
O gabinete de estudos económicos do banco BPI considera que Angola enfrenta um ambiente económico difícil este ano, podendo ser adicionalmente prejudicada pela implementação desordenada dos cortes na despesa e na aplicação das reformas estruturais.
"A perspetiva de curto prazo continua desafiante devido ao ambiente externo adverso, uma vez que os preços internacionais do petróleo não devem recuperar rapidamente para os níveis registados no passado", escrevem os analistas do BPI numa nota de análise aos mercados africanos.
No documento, a que a Lusa teve acesso, o BPI nota que, para além da vulnerabilidade decorrente da excessiva dependência do petróleo na economia, outros riscos "incluem uma implementação desordenada dos cortes orçamentais, os contínuos desequilíbrios no mercado das reservas estrangeiras e as derrapagens na implementação das reformas estruturais".
Para os analistas do BPI, os impactos negativos podem também surgir do estrangeiro, principalmente oriundos das decisões de política monetária dos Estados Unidos, cuja subida das taxas de juro prejudica os mercados emergentes em geral, e Angola em particular.
Na análise sobre os desafios para este ano, considera-se que "apesar dos dados macroeconómicos terem melhorado face à crise anterior, a perspetiva de evolução da economia permanece vulnerável a uma recuperação lenta dos preços do petróleo".
O aumento da produção de petróleo nos últimos meses, que ajudou a superar o efeito dos preços baixos, "não foi, no entanto, suficiente para evitar uma queda significativa das receitas fiscais e das exportações".
No documento, o BPI lembra que o Fundo Monetário Internacional prevê um crescimento de 3,5% este ano, repetindo o valor do ano passado, e que a expansão da economia petrolífera abrandou de 6,8% em 2015 para 3,9% este ano.
Diário Digital com Lusa

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