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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Preços em Luanda furam previsões e aumentam 14,3% em 2015

Preços em Luanda furam previsões e aumentam 14,3% em 2015            
Os preços na capital angolana subiram quase 14,3 por cento em 2015, o dobro das previsões iniciais do Governo, segundo informação do Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola.
De acordo com o mais recente relatório sobre o comportamento da inflação, ao qual a agência Lusa teve hoje acesso, só entre novembro e dezembro de 2015, os preços em Luanda aumentaram 1,60%.
Entre janeiro e dezembro, em Luanda, a única província com dados a um ano, a inflação oficial situou-se nos 14,27%, um aumento de 6,79 pontos percentuais face ao ano de 2014.
Trata-se da inflação mais elevada em praticamente seis anos, segundo os dados do INE angolano.
O Governo angolano estimava para 2015 uma inflação entre 7 e 9%, intervalo que foi ultrapassado, todos os meses, desde julho. No relatório de fundamentação do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2016, é referido que "as perspetivas de fecho do ano de 2015 são de uma inflação de dois dígitos, em torno de 13,8% [variação entre janeiro e dezembro]".
Devido à crise decorrente da quebra na cotação internacional do petróleo, Angola viu reduzir a receita fiscal para metade, assim como a entrada de divisas no país, agravando o custo das importações e o acesso a produtos, inclusive alimentares.
Alguns produtos, como o arroz ou a carne, chegaram mesmo a quase duplicar de preço em alguns circuitos, ao longo de 2015.
O Índice de Preços no Consumidor Nacional - incluindo já as restantes 17 províncias - registou uma variação de 1,38%, de novembro para dezembro de 2015.
Neste período, Luanda liderou entre as províncias que registaram maior aumento dos preços, com 1,60%, juntamente com o Bié (1,28%) e o Cuando Cubango (1,26%).
"A taxa de inflação retomou a dois dígitos em julho de 2015, desfavorecida pela atual conjuntura. A taxa de câmbio e a quebra da confiança dos agentes económicos estiveram na base do recuo da inflação", reconheceu, entretanto, o Governo angolano.
No OGE para 2016, o executivo prevê uma taxa de inflação de 11%.
Dinheiro Digital com Lusa

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