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MIL: Movimento Internacional Lusófono | Nova Águia


Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de uma centena de milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por mais de meia centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia. Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.
SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

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Desde 2008"a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva

sábado, 19 de dezembro de 2015

Uso e porte de arma no Parlamento divide deputados da Guiné-Bissau

Uso e porte de arma no Parlamento divide deputados da Guiné-Bissau


O debate sobre o uso e porte de armas de fogo entre deputados no Parlamento da Guiné-Bissau dividiu hoje os parlamentares durante a sessão plenária.
O assunto foi levantado por Inácio Correia, presidente em exercício no Parlamento guineense, segundo o qual devia haver uma determinação no sentido de revistar os deputados antes de entrarem no hemiciclo.
Inácio Correia, que substituiu Cipriano Cassamá, que se encontra em tratamento médico no estrangeiro, defendeu a medida, alegando ser necessário "evitar males que possam surgir" decorrente de altercações entre deputados.
O responsável sublinhou que a lei prevê que o deputado tem o direito ao uso e porte de arma registada, para sua defesa pessoal, pelo que, notou, existem sinais de que alguns têm estado armados.
"Para evitarmos males que possam vir a acontecer aqui no Parlamento, por isso seria sensato revistar todos os deputados antes de entrarem para o hemiciclo", com detetores de metais, propôs Inácio Correia,
Nos últimos dias, o Parlamento da Guiné-Bissau tem estado ao rubro com trocas de acusações entre os deputados, nalguns casos havendo mesmo agressões verbais e ameaças de agressão física.
O deputado Bernardo Mané (vulgo Braima Cubano), do Partido da Renovação Social (PRS, oposição), disse que não admite ser revistado antes de entrar para o hemiciclo.
"Tivermos a sorte de entrar em dois Parlamentos mais seguros do mundo: Estrasburgo e Bruxelas, nunca fomos revistados. Se um dia for revistado aqui dentro do Parlamento deixo de ser deputado e vou-me embora", anunciou Bernardo Mané.
O parlamentar admite, contudo, a possibilidade de uma brigada de revista ser montada mas no portão do Parlamento, logo à entrada do edifício.
Ainda de acordo com Bernardo Mané, há pessoas que vão ao Parlamento acompanhadas de guarda-costas armados "que parecem querer meter medo aos deputados", disse.
"Isso também tem que acabar", defendeu Mané.
Na segunda-feira, o Parlamento guineense começa a debater o Programa do Governo, numa altura em que são visíveis os sinais de animosidade entre os deputados, com uns a defenderem o chumbo do documento e outros a garantirem a sua aprovação.
Diário Digital com Lusa

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