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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Renamo nega notícias sobre alegadas deserções no seu braço armado

Renamo nega notícias sobre alegadas deserções no seu braço armado

A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido de oposição em Moçambique, considerou hoje que as alegadas deserções de homens armados do movimento, que têm sido anunciadas nos últimos meses pelo Governo, "não correspondem à verdade".

"Há um movimento estranho que está a ser organizado pelo Governo para dar a entender que elementos da Renamo estão a abandonar as fileiras para se entregar ao Governo, o que não corresponde à verdade, aqueles elementos nunca foram militares da Renamo", afirmou, em conferência de imprensa, o porta-voz da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), António Muchanga.
Muchanga qualificou de "charlatão" um alegado guerrilheiro da Renamo apresentado pelo Ministério dos Combatentes como tendo-se rendido ao Governo e considerou-o um exemplo da "mentira do Governo", assinalando que a pessoa em causa foi expulsa do aparelho do Estado por alegado mau comportamento.
O porta-voz do principal partido de oposição considerou estranho que os desertores sejam todos apresentados em conferências de imprensa em Maputo, no sul, mesmo alegando terem pertencido às fileiras do braço armado da Renamo no centro ou norte do país.
O Governo moçambicano tem apresentado recorrentemente, ao longo deste ano, alegados membros do braço armado do principal partido de oposição que supostamente desertam da organização para integrarem as forças de defesa e segurança.
A Renamo recusa a exigência do executivo moçambicano de se desarmar, impondo como condição para a sua desmilitarização a indicação de oficiais da sua confiança para postos de comando nas forças de defesa e segurança moçambicanas.
O braço armado daquele movimento tem-se envolvido em confrontos com as forças de defesa e segurança moçambicanas no contexto da crise política e militar que prevalece em Moçambique desde 2012.
Diário Digital com Lusa

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