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Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Moçambique declara que já não tem minas antipessoais no seu território

Moçambique declara que já não tem minas antipessoais no seu território      

Moçambique formalizou hoje em Genebra, perante os Estados-membros da Convenção Internacional contra Minas Antipessoais, que o seu território está livre deste tipo de engenhos explosivos.
"Reafirmo perante a comunidade internacional que Moçambique conclui o seu programa de desminagem. [...] O nosso país está livre de minas", disse o embaixador moçambicano Pedro Comissário no quadro da 14.ª reunião dos Estados-membros do Tratado de Otava, como é conhecida a Convenção Internacional.
A declaração formaliza um processo que se prolongou por 22 anos durante o qual cerca de 55 milhões de metros quadrados de terras foram desminadas, para um custo de cerca de 207 milhões de euros.
"Este anúncio é muito importante. É a prova que a desminagem é possível", comentou à Lusa o serviço de comunicação da Convenção.
Moçambique foi um dos cinco países mais afetados pelas minas antipessoais, no seu caso colocadas sobretudo ao longo da guerra civil, que durou entre 1977 e 1992.
Mesmo assim, o diplomata sublinhou no seu discurso que "não se pode excluir totalmente a possibilidade de ocorrência de casos isolados de minas não identificados ou de outros engenhos explosivos".
Além disso, Moçambique mostrou-se disposto a ajudar outros países.
"Estamos prontos e dispostos a partilhar essa riqueza de conhecimento e experiência com outros países", disse o embaixador Pedro Comissário, que solicitou o apoio dos parceiros internacionais para reintegrar os trabalhadores que participaram em operações de desminagem.
O encontro de Genebra é a primeira reunião oficial dos Estados-Membros desde a 3.ª conferência de revisão, realizada em 2014 em Maputo, onde foi aprovada a "Declaração de Maputo +15".
Em vigor desde 1999, a Convenção de Otava integra 162 Estados-membros e proíbe o uso de minas antipessoais, o armazenamento, a produção e a sua transferência assegurando ao mesmo tempo a sua destruição, e assistência às vítimas de minas no mundo.
Na "Declaração de Maputo +15", foi fixada a meta de declarar o mundo livre deste tipo de explosivos até 2025.
O anúncio de hoje em Genebra segue-se à referência de que Moçambique passou a ser um país livre de minas no relatório da International Campaign to Ban Landmines (ICBL), divulgado no passado dia 26 de novembro.
No passado dia 17 de setembro, em Maputo, o chefe da diplomacia moçambicana, Oldemiro Baloi, declarou que o país está livre de minas antipessoais.
"É com imenso prazer que tenho o privilégio de declarar Moçambique como um país livre de minas antipessoais", afirmou então o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, que intervinha no encontro de encerramento do programa de desminagem.
Diário Digital com Lusa

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