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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Dilma Rousseff quer apressar votação do pedido de impugnação

Dilma Rousseff quer apressar votação do pedido de impugnação


A Presidente brasileira Dilma Rousseff manifestou hoje intenção de apressar a votação da impugnação contra o seu mandato em Janeiro, interrompendo as férias habituais.

"Não temos o direito de parar o país até 2 de fevereiro", afirmou a Presidente, em conferência de imprensa, numa referência à data prevista para o retomar dos trabalhos no Congresso, após as férias de final do ano.
Rousseff quer que o processo "se dê o mais rápido possível", pedindo aos deputados para interromperem as férias.
Na conferência de imprensa, a chefe de Estado brasileira minimizou o silêncio do seu vice-Presidente, Michel Temer, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB, que apoia o 'impeachment' no Congresso), afirmando que não desconfia "nem um milímetro" da sua lealdade.
Temer é do mesmo partido que Eduardo Cunha, o presidente da Câmara dos Deputados que aceitou o pedido de impugnação de Rousseff na última quarta-feira.
A Presidente reuniu-se hoje com juristas que são contrários ao processo de destituição.
Um dos juristas afirmou que a acusação de crime de responsabilidade abordada no pedido de 'impeachment" não se sustenta com irregularidades orçamentais que possam infringir a constituição.
Rousseff é acusada, no pedido de destituição, de falsidade ideológica e crime de responsabilidade fiscal por usar empréstimos de bancos públicos e não pagá-los no prazo (o que é proibido no Brasil) e por aprovar decretos sem número para o uso de recursos, mesmo em uma situação deficitária.
A equipa jurídica da Presidente sustenta que, como as contas em causa (2014 e 2015) ainda não foram apreciadas pelo Congresso, não é possível assegurar se são ou não irregulares.
As contas de Rousseff de 2014 foram reprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), um órgão consultor do Congresso, mas ainda não foram apreciadas pelos deputados.
Em resposta às acusações, a equipa jurídica de Dilma alega ainda que a situação de crise económica e a seca justificaram os atrasos nos pagamentos para bancos públicos.
Diário Digital com Lusa

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