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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Novo grupo da sociedade civil da Guiné-Bissau pede ao PR uma saída rápida da crise política

Novo grupo da sociedade civil da Guiné-Bissau pede ao PR uma saída rápida da crise política

Um novo grupo representativo da sociedade civil da Guiné-Bissau apresentou-se ao Presidente do país, José Mário Vaz, a quem pediu uma saída rápida para crise política que o país atravessa.
Liderada pelo antigo presidente do sindicato dos professores, Vença Mendes, a Plataforma Nacional das Organizações da Sociedade Civil para a Democracia, Cidadania e Direitos Humanos, diz ser "uma alternativa" às outras correntes da sociedade civil, mas que se pauta pela "equidistância".
Vença Mendes sublinhou que a maioria dos membros da nova organização desvinculou-se do Movimento da Sociedade Civil (uma outra plataforma) por descordar dos métodos adotados para a mediação da crise política que assola o país há quase dois meses.
Além da apresentação formal ao chefe de Estado, a Plataforma liderada por Mendes aproveitou para pedir a José Mário Vaz que trabalhe para que seja encontrada uma saída rápida da crise politica.
"O nosso país já é de si frágil mesmo tendo Governo e não se pode dar ao luxo de ficar tanto tempo sem um", observou o dirigente que promete levar a mesma mensagem às outras instituições do país e da comunidade internacional.
Na segunda-feira, uma outra plataforma da sociedade civil, a Aliança Nacional para Paz e Democracia, reuniu-se com o líder do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde), Domingos Simões Pereira.
A saída do encontro, um porta-voz do grupo, disse aos jornalistas que o político confirmou-lhes ter sido alvo de uma alegada tentativa de detenção, sem, contudo, adiantar mais pormenores.
Diário Digital com Lusa

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