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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 31 de outubro de 2015

FMI revê em baixa crescimento de Moçambique para 6,3% este ano

FMI revê em baixa crescimento de Moçambique para 6,3% este ano


 

O Fundo Monetário Internacional reviu em baixa o crescimento económico de Moçambique, para 6,3% este ano e 6,5% em 2016, alertando que existem «novos desafios que exigem medidas decisivas de política económica».

Numa declaração emitida quinta-feira, no final da visita técnica de duas semanas ao país, a equipa liderada por Michel Lazare adianta, em comunicado, que «a atividade económica em 2015 manteve-se sólida», mas alerta que, «do ponto de vista da missão, o crescimento atingirá os 6,3% em 2015 e deverá acelerar ligeiramente para 6,5% em 2016».
A revisão em baixa agora anunciada, corta 0,7 pontos ao crescimento previsto até agora pelo FMI - 7% para este ano e 8,2% para 2016 -, e representa um retrocesso para o crescimento de 6,5% registado em plena recessão económica mundial, em 2009, interrompedo um ciclo de cinco anos em que Moçambique sempre registou expansões económicas acima de 7%.
Dinheiro Digital / Lusa

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