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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 25 de outubro de 2015

Embaixador acusa Portugal de querer «diabolizar Angola» com caso dos ativistas

Embaixador acusa Portugal de querer «diabolizar Angola» com caso dos ativistas

O embaixador angolano em Lisboa acusou Portugal de utilizar o caso dos 15 ativistas detidos em Luanda como «pretexto» para voltar a «diabolizar Angola», ironizando que no país se fala mais de Luaty Beirão do que do Papa.
Em declarações citadas hoje no Jornal de Angola, o embaixador José Marcos Barrica condena a «insistente diabolização de Angola» por parte de alguns «setores maléficos» da sociedade portuguesa.
«O problema do cidadão Luaty Beirão [um dos 15 ativistas em prisão preventiva desde junho] é apenas um pretexto para fazer ressurgir aquilo que em Portugal sempre se pretendeu: diabolizar Angola», apontou o embaixador Marcos Barrica.
Em causa está o caso dos ativistas acusados formalmente, desde setembro, de atos preparatórios para uma rebelião e um atentado contra o Presidente angolano, com início do julgamento agendado para 16 de novembro, no Tribunal Provincial de Luanda.
Um destes é 'rapper' e ativista Luaty Beirão, angolano, de 33 anos, também com nacionalidade portuguesa, e que cumpre hoje o 35.º dia de greve de fome numa clínica privada de Luanda, onde se encontra sob detenção, exigindo aguardar julgamento em liberdade.
Na mesma declaração, o diplomata diz assistir hoje, em Lisboa, "a uma campanha para denegrir a imagem de Angola e abafar as suas conquistas alcançadas ao longo dos 40 anos de independência, por causa de um indivíduo que em Portugal é mais falado que o Papa".
"Fiel aos bons costumes e ao princípio de não-ingerência, jamais Angola ousou questionar ou exercer pressão de qualquer espécie sobre decisões de entidades portuguesas, por constituírem assuntos internos deste Estado soberano", diz.
Em vários países europeus, nomeadamente Portugal, sucedem-se vigílias e manifestações de apoio ao grupo dos 15 detidos, apelos ao fim da greve de fome de Luaty Beirão e pedidos dirigidos ao Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, para libertar os ativistas.
Para o embaixador angolano, essa pretensão constituiria uma violação ao princípio da separação de poderes: "O Presidente da República não pode fazer o papel que cabe aos tribunais, interferindo no tratamento de matéria sob a alçada do poder judicial", afirma Marcos Barrica.
Diário Digital / Lusa

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