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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 10 de outubro de 2015

Comunidade internacional apela aos líderes da Guiné-Bissau para «terem razoabilidade»

Comunidade internacional apela aos líderes da Guiné-Bissau para «terem razoabilidade»

A comunidade internacional apelou hoje aos líderes da Guiné-Bissau para que sejam «mais razoáveis» na forma de verem os problemas do país, há dois meses sem Governo, indicou aos jornalistas o representante da União Africana (UA), Ovídio Pequeno.
Pequeno foi o porta-voz dos diplomatas e representantes da comunidade internacional sediados em Bissau que hoje se encontraram com o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, para abordarem a situação política no país.
O chefe de Estado deu conta do processo de formação do novo Governo, que se encontra num impasse entre o Presidente e o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), vencedor das últimas eleições legislativas.
"É preciso que as partes venham ao diálogo. É preciso que haja um sentido mais razoável de ver as coisas" sem extremar posições, porque, "no fundo, o que está em jogo é o interesse da República da Guiné-Bissau e do seu povo", notaram os diplomatas.
Segundo Ovídio Pequeno, todos se manifestaram preocupados "em relação àquilo que se passa" na Guiné-Bissau.
"Estamos há dois meses sem Governo e com as fragilidades que a Guiné-Bissau tem isso cria sérios problemas, não só para as instituições do Estado, mas também para aqueles que no dia-a-dia têm que labutar pela sua vida", observou.
Os diplomatas, que na quarta-feira estiveram reunidos com a direção do PAIGC, pediram ao chefe de Estado guineense para que "tudo fosse feito" para se encontrar uma solução para o impasse.
"Aqueles que foram eleitos não têm o direito de defraudar as expetativas que são criadas pelo povo em função daquilo que foi votado nas urnas", observou Ovídio Pequeno.
A comunidade internacional voltou a frisar não se poder substituir aos responsáveis e ao povo da Guiné-Bissau, mas mesmo assim fará tudo o que estiver "ao seu alcance" para ajudar a resolver o impasse, concluiu Ovídio Pequeno.
Depois de ter demitido o Governo liderado por Domingos Simões Pereira a 12 de agosto, o Presidente guineense recusou esta semana o elenco governamental proposto pelo novo primeiro-ministro, Carlos Correia, mas este voltou a apresentar a mesma lista de membros do Governo para aprovação do chefe de Estado. 

Diário Digital / Lusa

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