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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 14 de junho de 2015

Acordo Ortográfico entra em vigor em Cabo Verde a partir de outubro

Acordo Ortográfico entra em vigor em Cabo Verde a partir de outubro

O Governo de Cabo Verde aprovou em Conselho de Ministros a entrada em vigor do Acordo Ortográfico no país a partir de outubro, anunciou hoje o porta-voz do executivo.
A decisão, disse Démis Lobo Almeida, foi aprovada quinta-feira na tradicional reunião do Conselho de Ministros, uma vez que, em outubro, chegará ao fim o período de transição de seis anos para o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
O porta-voz governamental lembrou que os novos manuais escolares e pedagógicos para os cinco primeiros anos de escolaridade, recentemente elaborados no quadro da reforma curricular, já utilizam a nova grafia, destacando também a realização, em parceria com o Centro de Língua Portuguesa/Camões, de várias sessões alargadas e permanentes de formação dirigidas a estudantes e docentes.
Démis Almeida realçou também que alguns órgãos de comunicação social, nomeadamente da imprensa escrita, já aderiram ao AO, "ainda que de forma não sistemática".
"O Governo entende que Cabo Verde tem já as condições básicas necessárias, bem como um ambiente favorável, para dar início à aplicação do Novo Acordo Ortográfico, assim que terminar o período de transição, em outubro deste ano", salientou o porta-voz.
A partir de outubro, acrescentou, será adotado um Plano de Implementação Complementar, que será executado "de forma concertada e articulada" entre os diferentes intervenientes (Estado, Comunicação Social e estabelecimentos de ensino), por um período máximo de um ano.
Ao longo desse ano, até outubro de 2016, o Governo promoverá sessões de esclarecimento sobre o uso do AO orientadas para professores, estudantes, funcionários, jornalistas e corpo diplomático, entre outros, em parceria com as universidades, diferentes ministérios, Associações, os Centros Culturais e o Instituto de Língua Portuguesa/Camões na Praia.
Por outro lado, irá disponibilizar conversores ortográficos e outros instrumentos que facilitem o uso do AO, bem como um guia de utilização dirigido aos meios de comunicação social, com o apoio do Instituto do Património Cultural e o Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC).
O executivo cabo-verdiano irá adotar a nova grafia em toda a correspondência oficial do Estado, em todos os órgãos de comunicação social, designadamente, jornais e televisões e Boletim Oficial.
A 10 de maio último, em declarações à agência Lusa, Cláudia Silva, presidente da Comissão Nacional das Línguas cabo-verdiana, salientou que a questão do AO "tem sido pacífica", ao contrário da unificação do Crioulo cabo-verdiano, com variantes de ilha para ilha e também numa mesma ilha.
Diário Digital com Lusa

1 comentário:

OCTÁVIO DOS SANTOS disse...

Uma decisão lamentável, indigna, do governo - que não do povo - de Cabo Verde. Que, aparentemente, mantém uma mentalidade de colonizado.