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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 13 de março de 2015

Cem anos de cinema brasileiro na Cinemateca Francesa em Paris

Cem anos de cinema brasileiro na Cinemateca Francesa em Paris


A Cinemateca Francesa, em Paris, vai apresentar «quase cem anos de cinema brasileiro», numa retrospetiva que tem início a 18 de março e se estende até 18 de maio, disse à Lusa Bernard Payen, responsável pela programação.

«Começamos com os filmes mudos, por exemplo, 'Braza Dormida', de Herberto Mauro (1928), e 'Limite', de Mário Peixoto (1929) - dois grandes clássicos do cinema mudo -, até aos filmes da nova geração de cineastas, com curtas-metragens ou com primeiras longas-metragens», explicou à Lusa o programador, que descobriu o cinema brasileiro durante os nove anos em que trabalhou na Semana da Crítica do Festival de Cannes.
O panorama do cinema brasileiro propõe, ainda, uma viagem pelas «chanchadas» (comédias) dos anos 50, à boleia de filmes como «Absolutamente Certo», de Anselmo Duarte, passando pelo Cinema Novo dos anos de 1960, com «Antonio das Mortes», de Glauber Rocha, ou «Ganga Zumba», de Carlos Diegues.
Diário Digital / Lusa

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