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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Timor-Leste regista segunda maior queda no Índice de Liberdade de Imprensa 2015

Timor-Leste regista segunda maior queda no Índice de Liberdade de Imprensa 2015


Timor-Leste registou, depois de Andorra, a segunda maior descida no índice de liberdade de imprensa da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), caindo 26 posições para 103.º, em grande parte devido à aprovação da polémica Lei da Comunicação Social.

«Na Ásia, Timor-Leste (103.º) caiu 26 lugares. A criação de um Conselho de Imprensa e a adoção de um código de ética em outubro de 2013 foi um desapontamento. Em 2014 o Governo propôs uma dura nova lei de imprensa que levou a ampla auto censura», escrever a RSF no seu relatório.
Depois de em 2014 ter subido 14 postos para a posição 77, no ranking deste ano Timor-Leste caiu abaixo das posições da Guiné-Bissau (81.º), Moçambique (85.º) e Brasil (99.º), ficando entre os países da CPLP (São Tomé e Príncipe não está no índice) apenas à frente de Angola (123.º) e da Guiné Equatorial (167.º).
Diário Digital / Lusa

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