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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Presidente guineense promete «luta contra insuficiência alimentar»

Presidente guineense promete «luta contra insuficiência alimentar»


O presidente guineense, José Mário Vaz, prometeu «uma luta contra insuficiência alimentar» em 2015 contando com os jovens do país para que também possam ter emprego remunerado.

José Mário Vaz fez este anúncio no jantar do Natal com os funcionários da presidência da Republica aos quais desejou boas festas que também estendeu a todos os guineenses apelando-os para o reforço do trabalho em 2015.
«Vamos desencadear uma luta contra a insuficiência alimentar na nossa terra, vamos produzir alimentos para o nosso consumo, sobretudo o arroz», afirmou o chefe de Estado guineense que conta com a juventude do país para o que diz ser «um desafio nacional».
Dados do ministério da Agricultura apontam que atualmente a Guiné-Bissau produz cerca de 11 mil toneladas de arroz (base da dieta alimentar no país) por ano, uma quantidade insuficiente para o consumo nacional.
Por ano a Guiné-Bissau consome cerca de 229 mil toneladas do arroz, sendo que grande parte do cereal é importado dos países do sudoeste asiático uma situação que o presidente do país quer começar a inverter já a partir do próximo ano.
José Mário Vaz apelou aos jovens do país para que «não deixem passar» a sua presidência sem promoverem «uma verdadeira mudança» na Guiné-Bissau a começar pela produção de alimentos e criação do emprego.
Exortou também aos jornalistas para que denunciem «as más práticas» dos governantes desde que tenham provas dos factos para desta forma combater a cultura da impunidade, corrupção e do medo dos dirigentes que disse existir no país.
O chefe de Estado guineense defendeu que o medo «tem que acabar» na Guiné-Bissau.
Elogiou igualmente «o bom trabalho» que afirma estar a ser desenvolvido pelo novo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, Biaguê Nan Tan, para «pacificação da sociedade castrense» em particular e o país em geral.
José Mário Vaz prometeu que 2015 será um ano de «muito trabalho» para os guineenses.
Diário Digital com Lusa

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