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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 9 de novembro de 2014

Ramos-Horta será representante especial da CPLP na Guiné Equatorial

Ramos-Horta será representante especial da CPLP na Guiné Equatorial


 

O antigo Presidente timorense José Ramos-Horta vai ser nomeado pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para apoiar o processo de integração da Guiné Equatorial à organização, adiantou à Lusa o secretário-executivo do bloco lusófono.

A Guiné Equatorial aderiu à CPLP em julho deste ano, durante a cimeira em Díli, quando Timor-Leste assumiu a presidência da organização.
Em declarações à Lusa, o secretário-executivo da CPLP afirmou hoje que Ramos-Horta foi o nome "endossado" pelos ministros dos Negócios Estrangeiros dos Estados-membros da organização e indicou nos próximos dias deverá ser formalizada a sua nomeação pelo Presidente timorense, Taur Matan Ruak, que nos próximos dois anos assume igualmente a presidência do bloco lusófono.
A tarefa do representante será de "apoiar e aconselhar a Guiné Equatorial no seu processo de integração no seio da comunidade", disse Murargy.
A Guiné Equatorial "é membro [da CPLP], mas há muitos passos que ainda precisa de dar para se sentir mais à vontade", justificou.
Questionado sobre se Ramos-Horta irá observar o cumprimento de direitos humanos na Guiné Equatorial, o secretário-executivo afirmou que "não há um item específico".
O objetivo é "acompanhar e ver quais as dificuldades" daquele país, acrescentou.
A Guiné Equatorial, país liderado desde 1979 por Teodoro Obiang e cuja língua predominante é o espanhol, tornou-se o nono membro da CPLP em julho deste ano, depois de dez anos de aproximação ao bloco lusófono.
A entrada da Guiné Equatorial havia sido condicionada ao cumprimento de um roteiro que incluía a abolição da pena de morte e a adoção do português como língua oficial.
José Ramos-Horta, Presidente de Timor-Leste entre 2007 e 2012, foi recentemente nomeado para dirigir o Painel Independente de Alto Nível sobre Operações de Paz das Nações Unidas.
Antes, Ramos-Horta, que recebeu o Prémio Nobel da Paz em 1996, foi representante especial da ONU na Guiné-Bissau.
Diário Digital com Lusa

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