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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 11 de outubro de 2014

São Tomé/Eleições: Campanha termina hoje e promete animar a capital

São Tomé/Eleições: Campanha termina hoje e promete animar a capital


A campanha para as eleições legislativas, autárquicas e regional de domingo em São Tomé e Príncipe termina hoje e antevê-se muita agitação na capital, para onde estão marcados os comícios finais dos principais partidos.

Até quinta-feira, as formações políticas optaram por andar pelos distritos e só hoje se centram na capital, onde nem se tem dado pela campanha, os cartazes praticamente não existem e apenas aparecem de vez em quando as carrinhas apetrechadas com as gigantescas colunas de música e com militantes a agitar bandeiras.
Para hoje, estão previstos os comícios dos principais partidos que concorrem a estas eleições: a Ação Democrática Independente (ADI), o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe - Partido Social-Democrata (MLSTP-PSD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM) e o Partido da Convergência Democrática (PCD).
Segundo os próprios partidos, as forças medem-se entre a ADI e as outras três formações políticas, que agora integram a coligação que está no Governo e que terão já um acordo pós-eleitoral até agora só assumido pelo MDFM.
Todos pedem a maioria absoluta para evitar a instabilidade política que tem marcado o país nos últimos anos. O Governo da ADI, liderado por Patrice Trovoada, que venceu as eleições de 2010, foi afastado por uma moção de censura aprovada por toda a oposição no parlamento.
O período de campanha é aproveitado por muitos para conseguirem ganhar dinheiro, desde a população em geral, que beneficia da compra de votos, o chamado "banho" até aos jornalistas, operadores de câmara ou artistas, que são pagos a peso de ouro para participarem na campanha.
Fonte da Televisão de São Tomé e Príncipe (TVS) disse à Lusa que a estação "está desfalcada" nesta altura porque jornalistas e operadores de câmara meteram férias para participarem na campanha, ganhando em 15 dias o equivalente a cerca de dez anos de salário.
Também os artistas nacionais aproveitam esta altura para elevar o 'cachet' e têm atuações garantidas quase todos os dias.
Os partidos políticos que têm mais dinheiro para a campanha contratam até artistas internacionais.
Para estas eleições estão registados 92.760 eleitores, de um total de 180.000 habitantes.
Diário Digital com Lusa

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