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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CPLP prepara conselho de ministros na Guiné-Bissau para mostrar apoio

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vão reunir-se na Guiné-Bissau no final de outubro para demonstrar “apoio e solidariedade” e avaliar quais são as necessidades deste país.

“É mais uma missão de apoio e solidariedade com a Guiné-Bissau. Os ministros vão ouvir as autoridades para ver como é que a situação está a evoluir ao fim deste tempo, após o golpe de Estado [de 2012], o período de transição e o pós-eleições” legislativas e presidenciais, em abril e maio deste ano, disse à Lusa o secretário-executivo do bloco lusófono, Murade Murargy.

Outro dos objetivos do conselho de ministros extraordinário é o de “sentir as necessidades da Guiné-Bissau 'in loco'”, referiu o responsável.

“A Guiné-Bissau precisa muito, muito, muito de nós. A CPLP tem de fazer um grande esforço em relação à Guiné-Bissau, que é um país-irmão, um país fundador, para dar um sinal de que estamos solidários”, afirmou.

O apoio da CPLP pode passar por algum dos aspetos em que este país tem necessidades, como a formação das Forças Armadas, exemplificou.

“Temos de fazer qualquer coisa, senão ficamo-nos só pelas palavras”, sustentou Murade Murargy.

Para o secretário-executivo da CPLP, os países de língua portuguesa têm de “manter viva a chama” da Guiné-Bissau.

“É nossa obrigação. A Guiné-Bissau é um problema nosso, não é dos outros. Nós é que temos de manter a Guiné-Bissau na agenda do internacional”, defendeu.

Murargy adiantou que os ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP vão reunir-se, como habitualmente, à margem da reunião da assembleia-geral das Nações Unidas, na próxima semana, em Nova Iorque.

No encontro, a situação e o apoio à Guiné-Bissau estarão em cima da mesa, bem como um balanço da cimeira de chefes de Estado e de Governo, que decorreu em Díli no dia 23 de julho e que ficou marcada pela adesão da Guiné Equatorial.

Fonte: Presidência CPLP 2014/2016

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