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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 8 de julho de 2014

Passos Coelho visita Sri Lanka antes da cimeira da CPLP em Timor-Leste

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, vai realizar uma visita oficial de um dia ao Sri Lanka, onde visitará projetos da AMI, antes de participar na X Cimeira da CPLP, em Timor-Leste, no dia 23 de julho.

De acordo com informações hoje divulgadas pelo gabinete do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho chegará à capital do Sri Lanka, Colombo, no dia 20 de julho, saindo de lá no dia seguinte para Timor-Leste - onde participará, com o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, na X Cimeira de chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

No Sri Lanka, está previsto que o chefe do executivo PSD/CDS-PP se reúna com o seu homólogo, D. M. Jayaratne, e visite projetos apoiados pela Assistência Médica Internacional (AMI), devendo ser acompanhado nessas visitas pelo presidente desta organização não-governamental, o médico Fernando Nobre.

Segundo o gabinete de Pedro Passos Coelho, esta é a primeira visita oficial de um primeiro-ministro português ao Sri Lanka e inclui ainda a assinatura de um memorando de entendimento entre a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e a sua congénere cingalesa.
Neste país asiático, que já foi chamado de Ceilão e Taprobana, a AMI presta apoio ao Centro para a Sociedade e Religião, localizado em Colombo, e à Fundação Burgher Sri Lanka-Portugal, em Batticaloa, uma zona afetada pelo tsunami de dezembro de 2004, onde vivem lusodescendentes integrantes da comunidade Burgher.

Segundo a página da AMI na Internet, o Centro para a Sociedade e Religião procura promover os direitos humanos e encontrar soluções para os problemas da população através dos valores das quatro principais religiões praticadas no Sri Lanka: budismo, hinduísmo, cristianismo e islamismo.
Quanto à Fundação Burgher Portugal-Sri Lanka, na mesma página lê-se que a AMI promoveu a sua criação para desenvolver projetos de cariz social e cultural e desenvolver os laços entre os dois países, com prioridade para a comunidade lusodescendente, constituída por cerca de cinco mil pessoas. Em 2011, a AMI iniciou em parceria com esta fundação um projeto de ensino de língua e cultura portuguesa.

Ex-candidato presidencial, Fernando Nobre foi eleito deputado pelas listas do PSD nas legislativas de junho de 2011, tendo renunciado ao mandato depois de falhar a eleição para presidente da Assembleia da República, cargo ao qual se candidatou com o apoio de Pedro Passos Coelho.

Na altura, Pedro Passos Coelho considerou que Fernando Nobre "ajudaria o parlamento a abrir-se à sociedade civil" e lamentou a oportunidade desperdiçada de "ter um verdadeiro independente a presidir ao parlamento".

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