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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 9 de março de 2014

Uma Nova Conceituação Cooperativista para a Lusofonia

Deus Escreve Direito por Linhas Tortas fundamentando-se numa nova conceituação cooperativista para a Lusofonia e porquê? Porque ao analisarmos a já longa história do Povo Português verificamos que a necessidade de sobrevivência dos Portugueses tem vindo a ser sempre uma constante na vida deste povo secular. A necessidade de expansão do Condado Portucalense, iniciado pelo Conde Henrique e prosseguido e consolidado pelo seu filho D. Afonso Henriques, veio definitivamente a definir as fronteiras naturais, geográficas e politicas de Portugal. Tratando-se de um povo bloqueado pelo Oceânico Atlântico e pela poderosa barreira representada pelos territórios de Castela, tinha naturalmente de lutar face `as necessidades de sobrevivência territorial procurando expandir-se através do imenso e desconhecido mar atlântico, uma vez que a conquista de Marrocos lhe foi vedada em 1578, na famosa batalha dos três reis – em Alcácer-Quibir. Na verdade e´ com o nosso Rei D.Dinis que começa a ser delineado um projecto de expansão marítima que iria permitir ao povo português poder sobreviver movido por uma ingente necessidade, sendo na verdade que graças `a imposição da necessidade dramática e dai surgindo uma poderosa e esmagadora força obrigando os Portugueses a um enorme esforço de vontade, sacrifício, sofrimento, abnegação e inteligência a descobrir novos mundos para o mundo e dai, efectivamente começou a surgir a origem da Lusofonia. Tem sido sempre a necessidade imperiosa de sobrevivência dos Portugueses que ao longo da sua Historia, os tem vindo a levar a tomar diferentes iniciativas, como por exemplo: - as sempre crescentes emigrações para diferentes partes do mundo, levando conhecimentos, capacidade de trabalho e de iniciativa indo beneficiar os diferentes povos situados na África, Ásia, Américas e na própria Europa! Tal como em séculos anteriores, ciclicamente o povo português, mais uma vez está emigrando de uma forma quase maciça, somando ou alcançando um número cada vez maior de pessoas que deixam o país. A actual crise que assola Portugal tem estado a levar a um sucessivo empobrecimento que na nossa opinião trata-se de uma acção planeada pelo actual governo de maioria PSD/CDS, que obedecendo a um plano previamente estabelecido por si numa clara perspectiva de mudança ideológica, sustentado e orientado pelo actual poder vigente em Bruxelas, caracterizado por uma ideologia neoliberal, de natureza economicista, fria e implacável perfeitamente enquadrada nos planos de um capitalismo desumano, insensível e selvagem, apenas visando o lucro para satisfação de uma minoria de seres humanos exploradores e portadores do grande capital representado pelos mercados financeiros especulativos e tendo como sua policia as agencias de notação. O actual poder politico que governa Portugal, formado por uma tríade, onde o Presidente da Republica; o Primeiro-ministro e o Vice-Primeiro Ministro são o rosto português do verdadeiro poder dominante em Bruxelas. De uma forma histórica poderemos comparar essa mesma tríade portuguesa, repartida pelas respectivas entidades que a compõe aos exemplos de um Napoleão Bonaparte, em França ou de um Hitler na Alemanha, como sendo despoletadores psíquicos que no seu contexto próprio vieram a alterar dramaticamente a evolução própria dos diferentes povos e de entre eles, o português! Perante o circunstancialismo que está envolvendo de forma dramática o povo português e face a esse mesmo circunstancialismo gerador de miséria, de fome, desemprego de milhares e de milhares de cidadãos quer mais jovens e ou menos jovens levando-os como único recurso a emigrar, procurando novos países onde venham a recuperar a esperança perdida, emigrando para as antigas colónias africanas, Américas, Ásia e Europa indo enriquecer aqueles diferentes países e empobrecendo o seu próprio pais, enfraquecendo-o e despovoando-o e dai poder resultar uma possível extinção de Portugal como nação soberana e independente! E assim e ao longo da Historia o Povo Português tem vindo a repartir-se devido `as crises sucessivas que se têm vindo a abater sobre o seu próprio país, regra geral por acção, diremos criminosa e intencional de alguns dos seus indesejáveis e imaturos governantes e políticos que conforme afirmámos têm vindo a funcionar como autênticos “detonadores psíquicos” levando os respectivos governados a situações de grande conflitualidade, crises, sofrimentos e necessidades dramáticas, levando-os a alterar todo o contexto social, cultural, económico e politico, histórico e tradicionalmente vigente. De facto esses mesmos indesejáveis governantes e políticos de forma intencional, mas inconsciente sobre as realidades sérias do seu país estão contribuindo naturalmente para que as leis naturais que regem o próprio Universo funcionem, obrigando o ser humano a alterar a sua forma de conduta e de pensar, sempre através do sofrimento devido `a imposição da necessidade dramática que de forma determinante opera e funciona no formidável mecanismo da evolução que e´ dominante no mundo e que perante a maldade e estupidez de alguns homens vem a estabelecer a Ordem no Caos, caos esse criado por aqueles mesmos infelizes indivíduos! E aqui chegamos a uma nova conceituação cooperativista para a Lusofonia que configurada na imensa diáspora portuguesa, agora repartida e representada por muitos milhares de portugueses dispersos pelo mundo, que sem a imposição forçada de uma doutrina ideologicamente inferior e grosseira, essa mesma Lusofonia e´ hoje uma natural realidade sendo possível e por intermédio de uma cooperação desenvolvida, agora por um novo governo, que tudo indica vira´ a ser preenchido por novos dirigentes políticos oriundos da faixa socialista democrática os quais, só por si poderão conter os necessários atributos para a organização de uma nova sociedade em Portugal e que naturalmente e sob os auspícios da filosofia cooperativista poderá vir a ser uma nova esperança para os Portugueses. E´ agora, no Século XXI que Portugal face `a sua diáspora reúne as necessárias condições para que um novo governo democrático e humanista possa dar assistência pela via da formação cooperativa a mais de 320.000 desempregados de longa duração existentes no pais, dando a estes mesmos cidadãos a oportunidade de se organizarem em cooperativas e contribuírem com relevantes serviços para a sociedade em que se encontram inseridos. A analise que temos vindo aqui a desenvolver e´ um resultado directo das abordagens contidas no meu segundo livro – “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspectiva Social”, publicado pela Chiado Editora, onde e´ apresentada Uma Nova Conceituação Cooperativista como um factor determinante para o desenvolvimento e enriquecimento da Lusofonia e consequentemente apresentando uma possível solução de vida para os portugueses e simultaneamente com o seu importante contributo para o desenvolvimento económico e social dos diferentes povos de expressão oficial portuguesa! 

Jacinto Alves
Autor dos livro “Ensaio Sobre a Doutrina do Quinto Império – Uma Nova Perspectiva Social” – Chiado Editora

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