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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 18 de março de 2014

A lição ucraniana


2 comentários:

VIRGÍLIO CARVALHO disse...

Também me parece que deve ser respeitada a vontade da população da Crimeia no referendo já realizado. É uma questão que se prende directamente com o princípio democrático. Não compreendo, portanto, as posições da União Europeia e dos Estados Unidos, que deviam defender, em 1º.lugar, o princípio democrático que dizem ser-lhes tão caro. Por aqui se vê que são apenas as superestruturas destes países que defendem as posições que vêm tomando e é curioso ser a Rússia a defender e a praticar esse princípio.

João Paulo disse...

Bom dia, Renato!
Eu acho o seu artigo sobre a Lição Ucraniana interessante. Eu, apesar de Brasileiro, não tenho alinhamento ideológico nem com o Governo Federal brasileiro e nem com a oposição no Congresso Nacional brasileiro. Tenho a minha opinião pessoal sobre Geopolítica e Relações Internacionais. Uma coisa eu quero deixar bem claro. Não sou contra o povo norte-americano e nem contra o povo russo. Mas eu sou contra a política externa do Governo dos Estados Unidos e também contra a política externa do Governo da Rússia. Eu aprendi que, apesar das pessoas afirmarem que os países são democracias, os governantes não fazem a real vontade do seu povo ou, ilude a opinião pública de seus países a seu favor, principalmente nos casos de ação militar contra outros países, como aconteceu no Governo Bush nos EUA e agora no Governo Putin na Rússia.
No meu modo de ver, esse “teatro” que está acontecendo no Leste-Europeu é completamente desnecessário. A Crimeia era parte da Rússia nos tempos do Império Russo e da União Soviética até 1954, quando o irresponsável Nikita Khrushchov cedeu a Crimeia à Ucrânia. Se a população maioritariamente russa quer a independência em relação à Ucrânia e se integrar à Rússia, não há porquê ter conflito, é só respeitar e ceder. Não é uma questão de eu ser contra os países do Leste-Europeu, não tenho nada contra. Só acho que, considerando o tempo que os países deixaram o regime socialista no fim dos anos 80 e começo dos anos 90, as adesões dos países do Leste-Europeu à UE e à NATO foram precipitadas, o Ocidente errou porque não tem como garantir uma posição favorável por parte da Rússia. A UE e a NATO deviam ter esperado mais algumas décadas para admitir ingresso de países do antigo bloco soviético.
Referente ao fantasma da guerra, os acontecimentos no Médio-Oriente, a disputa no Oceano Glacial Ártico entre EUA, Canadá, Noruega, Dinamarca e Rússia, a hostilidade entre China e Japão, ao meu ver, podem culminar no futuro, num confronto armado entre os EUA e a Rússia ou EUA e a China. Este conflito na Ucrânia não vai ser o estopim da guerra, mas é um dos eventos que poderão colocar os EUA e a Rússia em lados opostos numa guerra futura. A não ser que, os próximos governantes mudem de postura. Mas, neste momento, eu não creio numa guerra entre a NATO e a Rússia por causa da Ucrânia e da Crimeia. E acho que a UE vai esperar “a poeira abaixar”, para restabelecer as relações com a Rússia, pois a UE precisa da Rússia por motivos econômicos.

João Paulo
Brasil.