*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
BLOGUE DO MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Declaração +DP sobre o caso dos submarinos



O acórdão do julgamento do caso das contrapartidas associadas à compra por Portugal de dois submarinos ao consórcio alemão German Submarine Consortium foi proferido na última sexta-feira, após conclusão das alegações finais. Recorde-se que, na primeira sessão dessas alegações, o Ministério Público pediu, para os dez arguidos – três alemães e sete portugueses –, uma pena de prisão por “crimes de burla e falsificação de documentos” e que o processo das contrapartidas “lesou o Estado português em mais de 30 milhões de euros”.
Mesmo não tendo acesso ao processo, fica na sociedade a sensação de que já era de esperar que todos os arguidos fossem absolvidos, como se verificou, apesar de, sobre este mesmo caso, ter havido condenações na Alemanha. Infelizmente, não obstante o particular mediatismo deste processo, este é apenas mais uma caso de gestão ruinosa do erário público e da conivência entre os interesses do poder político, financeiro e judicial, em que ninguém é depois devidamente responsabilizado.
Também nesta área, precisamos de mudar de paradigma. Para tal, conforme se pode ler no nosso Documento “7 Ideias para Portugal”, o +DP defende que, no âmbito de uma revisão da Constituição da República e de uma reforma mais geral da Justiça, devem ser responsabilizados, criminal e civilmente, todos aqueles que, propositada ou negligentemente, façam má gestão dos bens públicos, revogando, inclusive, mandatos que resultem de eleições. Sem essa revogação de mandatos, já em curso em muitos países, fica a certeza de que muito pouco pode ser  feito para combater essa grande praga da política portuguesa: a corrupção. Este caso, a vários títulos exemplar, é mais uma prova disso.

+ Democracia Participativa
Mais Participação, Melhor Democracia

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