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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sábado, 3 de agosto de 2013

Moçambique condena empresa chinesa por contrabando de marfim

Moçambique condena empresa chinesa por contrabando de marfim

Um tribunal de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, condenou uma empresa chinesa a pagar uma multa de 2,6 milhões de euros por ter ficado provado o seu envolvimento no contrabando de 126 pontas de marfim.

  Em 2011, as autoridades da província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, encontraram 126 pontas de marfim num dos contentores da empresa Tiene Trading Development apreendidos no Porto de Pemba, entre 161 contentores de madeira em toros que iam ser transportados ilegalmente.
Segundo estimativas das autoridades, o marfim encontrado equivale a 63 elefantes, que foram abatidos de forma ilegal, e encontrava-se num contentor da empresa Miti Lda, parceira da Tiene Trading Development, que opera na área de exploração madeireira.
Além das pontas de marfim, as autoridades moçambicanas encontraram uma ponta de rinoceronte, animal em extinção em Moçambique, carapaças de pangolins e peças de arte fabricadas com marfim.
Segundo a edição de hoje do semanário Savana, o juiz da causa, Luís Khavinha, do Tribunal Judicial da província de Cabo Delgado, condenou a empresa chinesa por considerar que esta "tencionava retirar, de forma ilegal, os produtos do país, lesando o Estado moçambicano e particulares".
Na altura, todas as peças de marfim e outros produtos derivados de animais proibidos por lei e em extinção traziam etiquetas com os nomes dos destinatários em língua chinesa.
Os crimes foram detetados depois de uma denúncia de que um navio atracado no porto de Pemba transportava 161 contentores de madeira em toros, onde as autoridades descobriram não só a madeira que iria ser exportada de forma ilegal como também o marfim.
Diário Digital com Lusa

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