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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 2 de julho de 2013

Declaração do MIL – Portugal sobre a situação política do país


Face a mais uma demissão do Governo, desta vez do Ministro dos Negócios Estrangeiros e líder do parceiro da coligação parlamentar que sustentava o Executivo, demissão esta que, por ser de quem é, ditará a queda do Governo, o MIL – Portugal apela à constituição de um Governo de Salvação Nacional, composto por figuras prestigiadas da nossa sociedade civil, sem, tanto quanto possível, ligações partidárias.
Se o Presidente da República convocar eleições, isso nada resolverá. A indigência intelectual, cultural e política das lideranças dos nossos partidos políticos tem-se agravado de tal forma que a mera alternância partidária tornou-se uma farsa. Portugal, um país com tantos séculos de história, merece mais e melhor – merece uma classe política mais culta e com verdadeiro sentido de Estado. Nas sucessivas manifestações que têm ocorrido, a população portuguesa deu já bastas provas de não se reconhecer nesta classe política que, nas últimas décadas, nos tem cada vez mais desgovernado.

MIL: Movimento Internacional Lusófono
MIL – Portugal

11 comentários:

OCTÁVIO DOS SANTOS disse...

Concordo, está bom, diz o essencial, é «curto e grosso». Porém, este comunicado não contém aquele que é o seu corolário inevitável: impõe-se uma mudança de regime; na minha opinião, não para uma «IV República» mas sim para uma Nova Monarquia.

Zeferino Boal disse...

Considero que não é um Governo de Salvação Nacional a resolução da crise.
A Assembelia da República deve aprovar ou não uma moção de confiança ao Governo e com uma remodelação de alguns governantes tudo terá de ser feito até Junho de 2014.

Eduardo Aroso disse...

Concordo no essencial com a proposta.

Eduardo Aroso

Flávio Gonçalves disse...

Concordo na totalidade com o teor do texto.

João Paulo disse...

Caros Portugueses,
Peço licença para vos dar duas sugestões. Lutem por uma reforma eleitoral. Exijam o fim do voto em legenda fechada, exijam o sistema de voto distrital e também o recall político. Exijam o direito de eleger a pessoa a quem vocês querem que seja Deputado. Mas não mudem para o Presidencialismo, o Parlamentarismo é melhor.

João Paulo, um Brasileiro que vive no Brasil.

força nacional disse...

Bom, a declaração é um princípio de boa vontade, porém a cousa não é nada simples, nem fácil. Fazer um governo de personalidades tampouco garante neste momento absolutamente nada. Se for um governo para travar firme luta para se fazer uma quita na dívida de Portugal do 50% (o que é imprescindível), isso seria outra cousa. Porém esse governo bem que poderia afundar ainda mais a desconfiança do povo português na sua dirigência.
De bons e bem intencionados, estão os infernos cheios. Dizia isso Santa Teresa de Ávila, e acho que aí há muita verdade.
Em Portugal cumpre um debate sério sobre o beco em que estamos metidos. Para onde se quer ir? Sair ou não do Euro? Reforçar profundamente ou deixar como está o relacionamento com a CPLP especialmente Brasil?. Reorganização do estado, construirmos um futuro nacional de sucesso para dentro? (aí tenho eu desenvolto algumas ideias). Fazer uma reforma fiscal séria e mais progressiva, reduzir o IVA tendo em conta o parceiro próximo espanha (porque os produtos petrolíferos vão ser mais caros em Portugal, e miles de portugueses vão levar os seus impostos do outro lado da raia?. Acrescentar a produtividade, melhorando os processos na Função Pública (e privada)?. Tirar a asneira do sistema das scuts, e regular a vinhete nos automóveis como sistema de pagamento de serviços (sistema barato e muito mais eficaz, e sem necessidade de importações adicionais e caras os 50 milhões do controle nas scuts)). Pôr sobre a mesa a questão de Olivença?. Pôr um topo nas pensões de reforma máxima, por ex. nos 2300 euros, e esse máximo também vale para os que acumulem pensões (ha que olhar a sustentabilidade do sistema). Programa de avergonhamento social dos símbolos de riqueza carros caros, barcos etc (importados)-riqueza para uns fome para outros. Uma política industrial e de reindustrialização. Pôr em valor o campo e as pescas e -as famílias ligadas a isso-. Melhora do sistema de ensino e das qualificações. Atrair imigrantes qualificados, e emprendedores etc etc.

O Povo português é um grande povo, lastima que não acredite nisso muita da que se pensa é (ela) a sua dirigência.

Alexandre Banhos

Maria Afonso Sancho disse...

Bonito.
Mas quem vai ter pachorra para ir atuar em tal perigoso circo?
AbraçoMIL

Maria Dovigo disse...

Partilho a necessidade da declaração, mas não concordo com que “Governo de Salvação Nacional” seja a solução para o estado catastrófico em que se encontra a vida pessoal dos meus concidadãos. A política de destruição da economia está-se a prolongar tanto no tempo e está a aprofundar tanto que o que está em causa é a própria vida em comum e no horizonte uma autêntica crise humanitária da que levaremos décadas a nos recuperar. Está em causa também a própria democracia, mas não é com um governo de notáveis que o país se reconstrói. Até porque numa democracia prestigiados temos de ser todos. Como aponta o meu paisano Alexandre, creio que uma proposta assim ainda faria crescer mais a desconfiança dos cidadãos nos seus dirigentes.
A emergência número um não é a crise política de um governo cada vez mais autocrático e mesmo maléfico e que não está a governar segundo a lei. A emergência principal é o sofrimento real dos portugueses que, cada vez em mais número, já não têm outro destino que lutar pela sua subsistência económica, solucionando individualmente uma situação à que estão a ser empurrados não por fracasso pessoal mas por políticas perversas que causam sofrimento real e injusto. É preciso pôr limites às ilegalidades que se estão a cometer contra nós, pôr fim a esta violência económica e pensar seriamente como vamos sair deste colapso democrático. Nós, como movimento cultural e cívico, já damos lugar ao debate e a propostas concretas. Perguntemo-nos que mais podemos fazer, como indivíduos e como coletivo. E eu não excluiria o diálogo com os partidos, pelo menos com as pessoas que fazem parte deles. Também, perante tanta abstração cega que nos governa, conhecer (e amar) o país real e concreto que temos à volta.
Não tenho dúvida sobre o heroísmo dos portugueses. Preocupa-me é que esse heroísmo seja, sobretudo, uma inesgotável capacidade de sofrer. Os nossos governantes conhecem bem a resistência humana da sua gente. Conhecem também que boa parte da população viveu numa longuíssima ditadura que deixou fortes marcas no pensamento e na ação. Creio é que subestimam a capacidade de resposta dos que, apesar de todos os defeitos do sistema, sabem o que é pensar em democracia.

Luis Agostinho disse...

Neste momento aguardo mais desenvolvimentos... mas nenhuma das soluções possíveis me parece que nos resolva o problema.

Mariene Hildebrando disse...


Entendo que o momento que o país atravessa é delicado, e que todas as reivindicações são legítimas. Acho que há a necessidade da declaração do Mil. Acredito que o povo português está no seu limite e que mudanças são necessárias para haver o resgate da dignidade e do orgulho de ser português, de ser de um país que pela sua história mostra ser desbravador e corajoso. A crise está instalada em todos os setores, e cabe ao povo decidir que tipo de governo e de governantes ele quer para o seu país. Com certeza firmar uma democracia e optar por um governo que seja para o povo, com respeito ás leis. Faz-se necessário a criação de um pacto social com a participação de todos os segmentos da sociedade portuguesa, representando verdadeiramente o povo português.

cvr disse...

Concordo com o texto, mas é necessário proceder à reforma política
Carlos Vieira Reis
C/C