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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 23 de julho de 2013

CPLP apoia Angola para membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vai apoiar a candidatura de Angola a membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas em 2015, disse hoje o secretário executivo do bloco lusófono, Murade Murargy.

"O Conselho de Ministros (da CPLP) adotou uma resolução apoiando Angola, à sua entrada no Conselho de Segurança das Nações Unidas" em 2015, declarou à Lusa por telefone Murade Murargy, que se encontra em Moçambique.

Esta decisão foi tomada pelos Estados membros da CPLP durante a XIII Reunião do Conselho de Ministros do bloco, em Maputo, que ocorreu na sexta-feira.

"Este é um apoio em que, quando chegar o momento exato, os oito países estarão unidos no apoio a Angola. Não foi uma questão controversa, foi uma decisão unânime", acrescentou Murargy.

O secretário executivo da CPLP sublinhou "a importância de ter um Estado membro ou um país amigo no Conselho de Segurança da ONU", sobretudo para dar visibilidade e continuidade às questões que envolvem o bloco naquele órgão.

"A questão da Guiné-Bissau ainda está no Conselho de Segurança e não sei quanto tempo ainda vai permanecer", disse Murade Murargy.

"De toda maneira, estando Angola, ou Portugal, ou outro país, mesmo que não seja da CPLP, mas que seja nosso parceiro, é extremamente importante para o apoio das resoluções que passam pelo Conselho de Segurança", afirmou.

A Guiné-Bissau já sofreu inúmeros golpes de Estado, sendo o último em abril de 2012, quando foram depostos pelos militares o Presidente interino, Raimundo Pereira, e o primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, que atualmente vive em Portugal.
O Governo de transição da Guiné-Bissau marcou eleições para novembro deste ano.

O Conselho de Ministros da CPLP anunciou, em Maputo, que vai designar um representante permanente na Guiné-Bissau, para "conferir outra capacidade de acompanhamento" da situação sociopolítica no país.

Na XIII Reunião do Conselho de Ministros da CPLP participaram todos os chefes da diplomacia, à exceção de Portugal - que foi representado pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Francisco Almeida Leite - e da Guiné-Bissau.

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