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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A respeito da Jornada Mundial da Juventude

Contrariando mil e uma previsões feitas, as religiões continuam a mobilizar muita gente, como recentemente se viu na Jornada Mundial da Juventude promovida pela Igreja Católica no Rio de Janeiro. 
Não me vou pronunciar aqui, nietzscheanamente, sobre a “verdade intrínseca” das religiões em geral ou da religião católica em particular. Nem sequer sobre a figura do novo Papa “Francisco”. Isso não é aqui o mais importante. 
Pretendo apenas salientar que, para muita gente, o horizonte da existência quotidiana continua a não ser suficiente. E, por isso, sentem a necessidade de se porem ao serviço de ideais maiores. Independentemente do caminho que escolham, esse impulso é, em si próprio, positivo, a meu ver. E, face à aparente falência das grandes utopias políticas, é até compreensível que muitos continuem a apostar no caminho religioso.

Renato Epifânio

1 comentário:

João Paulo disse...

Caro Renato, você tocou num assunto que eu gosto. :)
Eu mesmo não me considero “religioso” e sim “espiritualizado mas, imperfeito”. Sim, eu creio no Deus dos Hebreus, da Bíblia, e creio em Jesus, o Nazareno. Mas, não sou testemunha em nenhuma Igreja ou instituição do Cristianismo, deixei de ser Católico faz anos, e também já fui Evangélico mas tal sistema religioso também me decepcionou. :( Aquelas pessoas que me consideram “vira-casaca” simplesmente não viram o que eu vi, e se algum dia virem, farão o mesmo que fiz. Isto que eu escrevi até aqui foi só a introdução, só pra deixar clara a minha posição. :)
Agora, o assunto propriamente, sobre a Jornada Mundial da Juventude e o poder da Religião sobre as multidões. Apesar de exemplos de países muito desenvolvidos, como a Noruega, a Religião já não ter a atenção da maioria absoluta da população, povos como o meu (Brasileiro), cuja maioria tem um quotidiano sofrido e, baixo nível de conhecimento científico, sente a necessidade dum ambiente religioso. Muita gente tem realmente a necessidade de que um padre católico ou um pastor evangélico lhes repitam constantemente que há nos Céus um Pai que os ama, que não ignora o sofrimento das pessoas na Terra, que vai atender as orações, que ve as lágrimas, que ouve os choros e gemidos. No caso católico tem também a figura da mãe(Maria). A realidade do quotidiano faz muitos sofrerem e muitos simplesmente não suportam a ideia de estar só no universo. O fenômeno também é válido pra outras religiões, as pessoas querem apoio de alguém que é maior do que os seus problemas. A política na forma de democracia representativa já comprovou empiricamente que não só é incapaz de solucionar os problemas da sociedade como não ter tal objetivo. A política tem provado ser “a arte de manipular a maioria pra atender interesses da minoria”. :( A Religião tem muito mais poder sobre as multidões do que a Política e do que os Media também. A Religião dificilmente vai ser derrotada. Pode no máximo, ser substituída por outra, normalmente mais nova.