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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Declaração do MIL-Moçambique sobre a situação no país



Face ao ambiente de tensão que se vive, que já originou alguns incidentes, bem como, o que é mais lamentável, algumas mortes, o MIL-Moçambique apela veementemente à pacificação do país. Não ignoramos que em Moçambique houve uma guerra civil, como noutros países lusófonos, fruto da ingerência de potências estrangeiras e da forma dolosa como em Portugal se conduziu o processo de descolonização – conforme, finalmente, está a vir à tona (nomeadamente no que diz respeito a Angola, com o livro, recém editado, “Segredos da Descolonização de Angola: toda a verdade sobre o maior tabu da presença portuguesa em África”, da historiadora Alexandra Marques).
Sabemos que essa guerra civil deixou feridas ainda não por inteiro saradas. Mas é tempo de virar a página de vez e de não regressar ao passado. Sem paz, não pode haver desenvolvimento social, económico e cultural. Todos almejamos que o espaço lusófono seja um espaço de referência quanto ao desenvolvimento. Para isso, tem que ser, antes de mais, um espaço de referência quanto à paz. Lutemos por isso em Moçambique, bem como em todos os países e regiões do espaço lusófono em que a paz não está ainda garantida. Lutemos pelo nosso futuro, por um futuro digno para todos.

MIL: Movimento Internacional Lusófono

MIL-Moçambique

18 comentários:

Nova Águia disse...

Meus Caros,



A maior solidariedade para com nossos Irmãos moçambicanos.

Que o dialogo não se interrompa.

Porque a solidariedade UNE e a cooperação REFORÇA.!

Estamos Juntos.

Abraço para TODOS.

Pedro CS

Chrys Chrystello disse...

totalmente de acordo

OCTÁVIO DOS SANTOS disse...

Subscrevo integralmente.

João Paulo disse...

Concordo plenamente!
João.

Nuno Sotto Mayor Ferrao disse...

Caríssimos/as companheiros/as do MIL

Subscrevo que a paz é condição essencial à dignidade humana e importa que através do diálogo construtivo se procurem os caminhos de pacificação, na sociedade Moçambicana, sem os quais não é possível o ambiente de respeito pelos Direitos Humanos. Concordo completamente, pois, com a declaração do MIL-Moçambique.

Cordial e freternalmente,
Nuno Sotto Mayor Ferrão

Korsang di Melaka disse...




De acordo com a moção a favor da Paz em Moçambique e no mundo,embora o passado não possa ser esquecido, como construção do futuro que desejamos.

Um abraço

Luisa Timóteo - Malaca

Mário NEGRÃO disse...

O apelo à paz deve ser permanente e estar sempre presente no exercício de cidadania, devido por nós todos, os que participam e integram a comunidade da Língua Portuguesa.
Abraço solidário.

Mário Negrão

Maria Afonso Sancho disse...

Precisamos mais de Paz que de "pão para a boca".
Ou xima. ;)
Pois sem Paz nem o que comemos nos faz bem.
Texto eficiente exprimindo ideias com que concordo.
O exemplo da Lusofonia no nosso planeta precisa de ser Paz, Felicidade e Amor.
Com muita gratidão. Porque Gratidão é sinal de saúde e harmonia.
E já agora ;) Obrigada a quem foi da ideia e escreveu isto.
AbraçoMIL

Maria Dovigo disse...

Subscrevo integramente.
Sem o esforço por garantirmos condições reais de paz em todos os países e comunidades lusófonas, todos os demais esforços são inúteis. As feridas que deixam as guerras perduram gerações, sobretudo se se ignoram ou se mantém a população na ignorância e na pobreza. É mesmo difícil desmontar o ciclo da violência e as suas lógicas, mas tem de ser feito. Disso sabemos todos um pouco, também nós, galegos.
Tenhamos valor, bondade e saber para resolver os conflitos e sentido da justiça para exigir a quem de direito que cumpra com os seus deveres de governar para o bem comum.
Abraço desde a Galiza aos irmãos de Moçambique

Anónimo disse...

Concordo com o que disse Maria Dovigo, e reforço que sem paz nada prospera e se desenvolve. Não deve ser um desejo apenas do cidadão lusófono, mas de todos. Devemos levar nosso apoio e solidariedade a todos que lutam por seus direitos e por um mundo melhor e mais justo.

Mariene Hildebrando- Brasil

Anónimo disse...

Dá pena ver o processo da paz regredir.
Por favor, moçambicanos, entendam-se de vez. Paz, palavra necessária e linda.

VITORINO MORGADO disse...

PELA LEITURA DO TEXTO , TRATA-SE DE UMA CONCLAMAÇÃO A PAZ COM A QUAL SEMPRE CONCORDAREI, PORTANTO APOIO.

Mário Lopes disse...

Subscrevo Plenamente.

Korsang di Melaka disse...

Concorde e aprovo. Sendo a paz necessária e fundamental para o reforço das comunidades lusofonas na construção de um mundo fraterno

Um fraterno abraço

Luisa Timóteo - Malaca

V. Fortes disse...

Subscrevo na integra acrescentando o seguinte: - Quem não convence com diacursos, campanhas políticas e sobretudo com acções deccomplementaridade à boa governação mesmo estando na oposição e envereda para acções de guerrilha urbana, corre o risco de ser combatido e auto marginaliza-se do esforço comum para a afirmação da democracia em vias de consolidação

Anónimo disse...

A ambição destrói o homem, por favor, dispam-se da desumanidade e deem as mãos. Descubram e distribuam a vossa bondade que está por vezes escondida. A paz é um bem essencial com sabor a felicidade. Lutem por JUSTIÇA e PAZ. abraço.

Lina disse...

A ambição destrói o homem, por favor, dispam-se da desumanidade e deem as mãos. Descubram e distribuam a vossa bondade que está por vezes escondida. A paz é um bem essencial com sabor a felicidade. Lutem por JUSTIÇA e PAZ. abraço

Anónimo disse...

Os partidos neste País não servem para nada a não ser para, sugarem o povo através dos seus dirigentes e partidários, a meu ver.
Se querem salvar Portugal nomeem para o governo indivíduos independentes a ver se ainda temos salvação. Como português este estado me revolta.