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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Brasil vai financiar 45 projectos em países lusófonos

O Brasil vai financiar 45 novos projetos para a melhoria do ensino superior nos cinco países lusófonos africanos e em Timor Leste, em parceria com vinte universidades brasileiras, num conjunto inédito de ações.
O investimento nos projetos será de cerca de 6 milhões de reais (2,13 milhões de euros), e as instituições participantes foram escolhidas por meio de edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), vinculado ao Ministério da Educação brasileiro.
"Já havia outros projetos, mas, pela primeira vez, há uma ação sistemática de cooperação na área educacional com África", afirmou o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e vice-presidente da Associação das Universidades de Língua Portuguesa, Clélio Campolina.
A cooperação será desenvolvida em Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Cabo Verde e Timor Leste. Entre os 45 projetos estão a formação e qualificação de professores, a reestruturação e a criação de cursos, linguagem e parcerias em estudos académicos.
Participarão dos projetos a UFMG, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFC), a Universidade Federal de Goiás (UFG), a Universidade de Brasília (UnB) e outras 14 instituições.
A ideia de realizar projetos em cooperação é resultado de reuniões da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP), segundo explicou Campolina.
Reitores da associação irão reunir-se entre o próximo domingo e terça-feira, em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais, para seminário internacional.
"Será uma oportunidade de ampliarmos a integração entre as lusófonias e entre nossos programas conjuntos, tanto de mobilidade de professores como de alunos, e a criação de outros projetos", declarou o reitor.
Numa outra ação de cooperação, a UFMG irá ajudar São Tomé e Príncipe a desenvolver a primeira universidade pública do país. O primeiro passo é a viagem de professores e técnicos da universidade ao país, adiantou.
Brasil vai financiar 45 projectos em países lusófonos 

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