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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ramos-Horta acredita na normalização das relações entre Lisboa e Bissau

O representante do secretário-geral da ONU para a Guiné-Bissau, José Ramos-Horta, disse hoje à agência Lusa acreditar numa normalização das relações entre Lisboa e Bissau.

"Eu creio que não será difícil que entre Lisboa e Bissau venha a haver uma melhoria nos contactos e normalização das relações", afirmou.

Portugal, assim como a maioria da comunidade internacional, não reconhece o Governo de transição da Guiné-Bissau, que entrou em funções depois do golpe de abril passado e que depôs o Governo eleito, liderado por Carlos Gomes Júnior.

"As forças armadas portuguesas e as forças armadas da Guiné-Bissau têm longa experiência de cooperação e a Guiné-Bissau sabe que Portugal não tem outros interesses, porque não faz fronteira com a Guiné-Bissau, não tem interesses económicos e comerciais, e Portugal pode fazer ainda muito pela Guiné-Bissau, mobilizando a União Europeia para voltar a apoiar o país", salientou José Ramos-Horta.

Nas declarações à Lusa, o antigo Presidente timorense disse também que podia "assegurar" à Guiné-Bissau que Portugal "não está a pensar que se pode voltar ao período antes de abril de 2012".

"Portugal também tem consciência de que é preciso lidar com a questão como ela está hoje para poder ajudar a Guiné-Bissau. Creio que se pode rapidamente ultrapassar este período de alguma tensão entre Lisboa e Bissau", disse.

José Ramos-Horta deixa hoje Díli rumo a Bissau, onde deverá chegar ao início da madrugada de dia 13, para chefiar o Gabinete Integrado do ONU para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) como representante do secretário-geral das Nações Unidas.

SAPO Timor -Leste

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