*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Contra o AO90 (Parte 6)

«Ainda as facultatividades do Acordo Ortográfico de 1990 - Algumas notas críticas», José Paulo Vaz; «Uma bassula ao Acordo Ortográfico» e «A “estandardização” da língua portuguesa», Wa Zani; «O Acordo Ortográfico e a tradução para português», Paula Blank; «Futilidade estatista», Eduardo Freitas; «Ainda e sempre o malfadado Acordo Ortográfico da LP de 1990» e «O Acordo Ortográfico da nossa desunião», António Viriato; «Contra fatos, os argumentos», Francisco Miguel Valada; «Petições contra o acordo ortográfico», José Pacheco Pereira; «Bechara, um mentiroso compulsivo!», João Pedro Graça; «Os dislates de Evanildo Bechara», «Mas então não íamos todos escrever da mesma maneira?», «O Acordo Ortográfico já não causa impacto», «Viegas, boçalidades e patetices», «Rui Tavares é mais ou menos a favor», «E terá sido contactado?», «E agora, Manuel?» e «Acordo Ortográfico no Parlamento, a luz ao fundo do túnel?», António Fernando Nabais; «O Acordo, outra vez», «O cadáver adiado» e «Urgentemente», Vasco Graça Moura; «Carta aberta em defesa da língua-mãe portuguesa - o português de Portugal», Dulce Rodrigues; «A viúva e a virgem», Janer Cristaldo; «A minha pátria é a língua portuguesa», Samuel de Paiva Pires; «O acordo ortográfico e o peido-mestre», Mouzar Benedito; «Brasil rasga Acordo Ortográfico!», «Mete, e mete muito bem!» e «”Orgulhosamente sós!” E agora, Portugal?», Pedro Quartin Graça; «Uma paneleireza portuguesa», Joaquim Carlos; «E agora, burr’calhos?», Paulo Selão; «E é escrever assim desacordadamente», José Morgado; «O Aborto Horrográfico», Luís Monteiro; «Foi você que pediu um acordo ortográfico?», António Jacinto Pascoal; «É a ortografia, pá», Rui Bebiano; «A(c)ta ou desata?», António Bagão Félix; «Carta ao Primeiro-Ministro», António de Macedo; «Acordar melhor», Maria do Rosário Pedreira; «É desta que o AO vai à vida?», Telmo Bértolo; «Alegria breve ou a língua de Pandora», Nuno Pacheco; «Brasil adia Acordo Ortográfico: e agora?..», António Marques; «Sem tom nem som» e «A ideia de “língua”», João Gonçalves; «Dilma, rasgue o acordo ortográfico», João Pedro Coutinho; «Aborto acordográfico», João Pinto Bastos; «Avacalharam a língua portuguesa», Sérgio Vaz; «Uma dor na língua», Leonardo Ralha; «”Minhas mágoas eram negras, negras ficaram as águas”…», Cristina Ribeiro; «O remendo», José Horta Manzano; «Nem gregos nem troianos, assim-assim», Helena Buescu; «Carta ao Ministro da Educação», Rui Miguel Duarte.

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