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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 7 de outubro de 2012

Dilma Rousseff quer transformar Brasil num país de classe média

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, afirmou ao jornal britânico Financial Times que quer diminuir a desigualdade social, ao mesmo tempo que pretende reforçar a classe média no país.

"Eu acho que seria um ganho importante, transformar o Brasil num país com uma população de classe média", afirmou Rousseff em entrevista hoje publicada.
A presidente brasileira também comentou as críticas norte-americanas sobre um alegado protecionismo aplicado pelo Brasil. Segundo Rousseff, as medidas adotadas são de legítima defesa diante da situação internacional, conforme já tinha defendido no discurso proferido na 67.ª assembleia geral da ONU, na semana passada.
"Nós queremos um país que produza, que crie conhecimento e o aplique aqui, queremos uma mão-de-obra preparada", disse a presidente.
De acordo com a publicação inglesa, Rousseff defendeu as concessões em infraestruturas, como aeroportos e portos, à iniciativa privada, e afirmou querer parceiros de "qualquer origem".
A presidente brasileira também se referiu à queda dos juros cobrados pelos bancos no Brasil e afirmou que o país "foi o último almoço grátis" do mundo para as instituições financeiras.
"Nós estamos a voltar a um patamar com níveis normais de lucro. Isso significa que alguns de nós terão de começar a procurar lucros adequados em atividades produtivas que são boas para o país", disse ao jornal.

Diário Digital com Lusa

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