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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

São Tomé e Príncipe: Nova iniciativa florestal apoiada pela FAO

Projeto de monitorização florestal deve apoiar dez nações na Bacia do Congo; orçada em 6,1 milhões de euros, iniciativa visa apoiar matas que contribuem para a subsistência 60 milhões de pessoas.

São Tomé e Príncipe será abrangido por um novo fundo destinado a melhorar o sistema de monitorização florestal dos países da África Central.
A Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, anunciou esta quinta-feira que a iniciativa orçada em € 6,1 milhões, deve apoiar dez nações da Bacia do Congo incluindo o Burundi.

Subsistência
Fontes de subsistência de cerca de 60 milhões de pessoas, as matas da Bacia do Congo estendem-se numa área aproximada de 200 milhões de hectares, sendo as segundas florestas tropicais primárias do mundo a seguir à Amazónica.
A FAO deve gerir o projeto juntamente com a Comissão para Florestas da África Central, em colaboração com o brasileiro Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Inpe.

Desflorestamento
Entre 1990 e 2000, a taxa anual de desflorestamento da Bacia do Congo foi de 0,13% e duplicou entre 2000 e 2005. Apesar de ser relativamente baixa, a FAO aponta como principais ameaças as mudanças do uso da terra, a exploração insustentável e a mineração.
A grande preocupação é a falta de informação atualizada sobre o estado atual das florestas na região e o impacto direto das ameaças. A FAO aponta igualmente a falta de controlo da variação da cobertura e das atividades de degradação florestal.

Propostas
O projeto vai ajudar os países a elaborarem propostas de financiamento para que sejam criados sistemas de monitoramento fiáveis e sustentáveis para cada caso.
O Fundo de Florestas para a Bacia do Congo, foi lançado com o financiamento dos governos da Noruega e do Reino Unido, através do Banco Africano de Desenvolvimento, BAD.

Fonte: Notícias Lusófonas

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