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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 5 de agosto de 2012

Moçambique: Empréstimos vão estimular habitação social

UN-Habitat promete construir 30 protótipos de casas de baixo custo na província central de Manica; cerca de 80% da população urbana vive em assentamentos informais no país.

O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos, UN-Habitat, anunciou a promoção de um modelo de habitação social para mulheres pobres das zonas rurais de Moçambique.
A agência apoiou o desenvolvimento de um projeto na província central de Manica e deve vai avançar, ainda este ano, com a construção de 30 casas de baixo custo.

Autoridades
Falando à Rádio das Nações Unidas, em Maputo, o coordenador do UN-Habitat em Moçambique, Silva Magaia, considerou que a questão da habitação desafia as autoridades nacionais."Como resolver o problema da procura de habitação para as pessoas mais carentes? Atacamos este grupo alvo de mulheres pelas condições sócio-culturais da zona em que as mulheres ficam: numa situação muito vulnerável, pois não têm os seus direitos respeitados e, na maior parte das vezes, são elas as verdadeiras chefes de família", disse.

Modalidade
Dados do UN-Habitat indicam que cerca oito em cada dez habitantes das zonas urbanas vivem em assentamentos informais. Silva Magaia explicou como será implementado o projeto."Vamos criar um fundo rotativo. À medida que as pessoas forem devolvendo o empréstimo, estes valores recuperados vão servir para construção de mais casas e de uma forma repetitiva alargar ainda a pessoas mais carentes", defendeu.

Perfil

O responsável do UN-Habitat em Moçambique descreveu o perfil das pessoas que serão contempladas. "Estão no setor informal, não têm um emprego confirmado, mas têm capacidade de geração de rendimento. São pessoas que, por tradição, são consideradas não elegíveis para terem acessos a créditos bancários. O que estamos a tentar é trazer a banca para este processo e experimentar ver até que ponto o risco pode ser minimizado em termos de capacidade de endividamento destas pessoas", referiu.

Assentamentos
O UN-Habitat classifica como assentamentos informais as áreas sem arruamentos, acesso à água potável, sem ligação a uma via pública e com terrenos não demarcados.
No próximo ano, a agência das Nações Unidas e o governo moçambicano pretendem lançar uma campanha de sensibilização da população para abandonar os assentamentos informais em Moçambique.

Fonte: Notícias Lusófonas

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