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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Moçambique é citado como referência de parcerias no combate à Sida

Moçambique foi destacado num informe da Organização Internacional do Trabalho, OIT, por ter mais de 600 companhias que já implementaram programas de prevenção à Sida.
A agência indica que tais iniciativas colocaram funcionários em contacto com tratamento e cuidados, como parte de um sistema de monitorização. Ao Programa Nacional contra a Sida, as empresas dão informações sobre as atividades de resposta ao HIV.

Conferência
A informação que foi dada no âmbito da Conferência Internacional sobre a Sida, que decorre em Washington, realça que projetos similares estão em curso na Índia e em países do Caraíbas.
Em declarações à Rádio ONU, de Brasília, o coordenador do Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Sida, Onusida, no Brasil, Pedro Chequer, falou sobre o impacto do envolvimento empresarial.

Estigma
\"Nós vimos esse apelo da OIT como bastante apropriado e oportuno. Estigma e discriminação ainda é um problema, bem distinto dos anos 80 e 90, bastante reduzido em relação àquela época, mas ainda é um problema. As grandes empresas, de modo geral, fazem ações. Mas o nosso problema são as pequenas empresas e de médio porte, que necessitam, efetivamente, estar mais envolvidas nas ações de prevenção da aids e redução do estigma e discriminação.\"

Resposta
Além de apelar \"para um maior envolvimento do setor privado\" na resposta global ao HIV, foi igualmente destacada a importância de políticas que reduzam o estigma e a discriminação no ambiente de trabalho.
No encontro, a chefe do Programa de HIV/Aids da OIT, Alice Ouedraogo, explicou que parcerias entre os setores público e privado \"permitem a criação de programas de prevenção entre populações vulneráveis e para o tratamento do vírus\".

Apoio
A OIT disse estar a criar parcerias com 3 mil empresas em todo o mundo, para as quais concede apoio técnico para o desenvolvimento de políticas sobre HIV.
Até sexta-feira, cerca de 25 mil pessoas participam na 19ª. Conferência Internacional sobre a Sida entre representantes de governos, da sociedade civil, cientistas e pessoas convivendo com o HIV.

Fonte: Notícias Lusófonas

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