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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 29 de julho de 2012

FAO quer combate à fome no topo das agendas dos governos da Cplp

Cimeira da Cplp, em Maputo destaca desafios da segurança alimentar e nutricional na comunidade; 13 em cada 100 habitantes da comunidade sofrem de desnutrição crónica.

O diretor-geral da Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, pediu um maior compromisso dos líderes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, na luta contra a fome.
José Graziano da Silva exortou aos dirigentes do bloco para colocarem a fome no topo das agendas de governação, quando discursava, esta sexta-feira, na 9ª. Conferência de chefes de Estado e de governo da Cplp. A reunião decorreu na capital moçambicana, Maputo.

Cplp
"A luta contra a fome também precisa de maior compromisso dos países da própria região. Se a fome estiver no topo das agendas dos governos e se isso se traduzir em ações e compromissos concretos temos todas as condições de erradicá-la durante a nossa geração".
O responsável pela FAO garantiu aos países lusófonos que a agência da ONU dará total apoio ao Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional, o novo órgão da Cplp criado na cimeira de Maputo. P objetivo é coordenar as ações de combate à fome no bloco.
"Acredito que podemos alcançar esse desafio, mas somente se trabalharmos juntos. Erradicar a fome não é uma tarefa para uma organização ou um governo. É uma tarefa de toda uma sociedade".
Por seu turno, o presidente de Moçambique, Armando Guebuza, considerou a segurança alimentar uma das principais apostas da presidência moçambicana na organização dos oito países lusófonos nos próximos dois anos.
"Acabar com a desnutrição crónica, a fome e a pobreza é um compromisso nobre que devemos honrar, sobretudo, devemos prosseguir nesta caminhada com a nossa vista lançada para além do horizonte definido pelos Objetivos de Desenvolvimento de Milénio".
Dados do secretariado da Cplp indicam que na comunidade, de 230 milhões de habitantes, treze em cada 100 pessoas sofrem de desnutrição crónica, que afeta sobretudo às crianças menores de cinco anos.

Fonte: Notícias Lusófonas

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