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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

terça-feira, 3 de julho de 2012

Angola deverá ultrapassar África do Sul até 2016

Angola deverá ultrapassar a África do Sul, atualmente a maior economia do continente, até 2016, revela um relatório do Economist Intelligence Unit (EIU), que coloca também Moçambique entre os 10 mercados africanos com mais potencial.
No relatório "Para dentro de África: Oportunidades de negócio emergentes", o gabinete de estudos da revista Economist conclui que o papel das economias africanas ainda representa apenas 3% da economia global e que a África subsaariana (excluindo a África do Sul) representa menos de metade do Produto Interno Bruto do continente.
No entanto, sublinha que este grupo de países está a crescer mais depressa do que qualquer outro no mundo e que os investidores estão a acordar para o enorme potencial da região: "a corrida para participar no crescimento africano já começou".
O relatório aponta como setores com maior potencial de crescimento a agricultura e a agroindústria, as infraestruturas, os serviços e os bens de consumo, mas recorda que ainda há grandes dificuldades, a começar pela corrupção, que continua a aumentar, a ineficiência dos serviços públicos, o risco político e a falta de mão-de-obra qualificada.
Além disso, o EIU recorda que África não é um país, mas sim 56, com outros tantos sistemas e governos, e aconselha os investidores a prepararem-se bem para as oportunidades, os riscos e o potencial.
Segundo as estimativas do EIU, pelo menos 28 países do continente africano deverão crescer a uma média anual superior a 5% nos próximos cinco anos. Angola surge no grupo das economias com crescimentos previstos de 5 a 7,5%, enquanto Moçambique aparece no grupo seguinte, com crescimentos anuais médios de 7,5 a 10%, juntamente com a Etiópia, a Libéria, o Níger e o Uganda.

OJE/Lusa

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