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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 5 de março de 2012

Brasil compra em África para ajudar os mais vulneráveis

O programa de compra de alimentos vai ser implementado por duas entidades das Nações Unidas com o objetivo de beneficiar agricultores e populações vulneráveis ​​em Moçambique, Etiópia, Malauí, Níger e Senegal.

O Brasil anunciou que deve ceder mais de US$ 2,3 milhões para apoiar um novo programa de compra de alimentos a ser implementado por duas agências das Nações Unidas.

O objectivo é beneficiar agricultores e populações vulneráveis ​​em Moçambique, Etiópia, Malauí, Níger e Senegal, segundo as Nações Unidas.

ONU e Brasil

Na sequência do acordo assinado em Roma, o Brasil vai financiar o projeto, a ser criado pela Organização da Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, e pelo Programa Mundial de Alimentação, PMA.

O acordo também vai levar em consideração a experiência do Programa de Aquisição de Alimentos, PAA, do Brasil, que compra produtos agrícolas de pequenos produtores e os distribui a grupos vulneráveis, incluindo crianças e jovens, através de programas de alimentação escolar. O PAA faz parte do programa Fome Zero.

A FAO, que deve receber US$ 1,55 milhões, vai encarregar-se da produção do projeto, através do fornecimento de sementes e fertilizantes, assim como aumentar a capacidade dos pequenos agricultores e associações de agricultores no cultivo, processamento e venda dos produtos.

A FAO vai também mobilizar especialistas brasileiros para apoiar as iniciativas locais de compra.

O PMA será responsável pela organização da compra e entrega de alimentos para as escolas e grupos vulneráveis.

Fonte: Notícias Lusófonas

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