*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Há 126 anos



A 15 de julho de 1885 morria em Padrão Rosalia de Castro. No leito de morte, depois de pedir aos seus filhos que queimassem todos os escritos que tinha sem publicar, disse-lhe à sua filha Alexandra: "Abre essa janela, que quero ver o mar". Criadora da literatura galega moderna, com os seus dois livros de poemas Cantares galegos (1863) e Folhas Novas (1880), verdadeiras epopeias da Galiza e a sua gente, consagrou-se como poeta nacional. Foram muitos os que retribuiram nos seus versos a funda pegada do génio de Rosalia, também em Portugal. Sirva como exemplo este poema publicado por Teixeira de Pascoaes na revista galega Nós em 1924:






À Galiza



Ó santa Rosalia da Saudade,



do Infinito e do Berço em que nasceste,



cantora da perfeita suavidade,



da inefável ternura que é celeste;



intérprete da nova Divindade



que tu, Galiza Mater, concebeste,



teu cântico imortal e redentor



é nossa eterna glória e eterno amor!

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