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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

segunda-feira, 18 de julho de 2011

André Thomashausen: as raízes de um “Portugal viável” estão “em África e no universo português, que não tem fronteiras” por oposição à opção europeia

André Thomashausen (http://www.ecademy.com)
André Thomashausen (http://www.ecademy.com)

A Lusofonia é uma das saídas para a grave crise económica e financeira a que Portugal está hoje submetido. A expressão é do insuspeito professor alemão André Thomashausen, da University of South Africa e foram proferidas recentemente numa conferência em Joanesburgo.

André Thomasshausen classificou a crise portuguesa como sendo "uma catástrofe económica, social e cultural" identificando a origem profunda deste cruzamento de crises naquele que já consideramos (noutras publicações no Quintus) como sendo o Nó Górdio do nosso desenvolvimento: o processo de integração europeia. Thomasshausen também acrescentou um ponto crucial e compatível em pleno com as nossas crenças e com os princípios do MIL: Movimento Internacional Lusófono. Segundo o professor alemão, as raízes de um “Portugal viável” estão “em África e no universo português, que não tem fronteiras” por oposição à opção europeia que tem sido a estratégia quase mono-temática da nossa diplomacia política e económica desde 1986.

Thomashausen acrescenta que "para o crescimento da economia de Portugal – que é uma economia muito pequena para poder concorrer, a pé de igualdade, com as grandes indústrias europeias – penso que vale a pena repensar o alinhamento de Portugal com os países de expressão portuguesa”.

A língua portuguesa tem junto dos quase 50 milhões de africanos que a dominam um importante peso económico: "A língua portuguesa é realmente a língua que se pratica. Muito pouca gente pratica o inglês nos países de expressão portuguesa. Existe toda a indústria de processamento de dados; hoje em dia não há atividade que não passe pelo uso dum computador. E, nos países de expressão portuguesa, são computadores que funcionam com base na língua portuguesa. Toda a adaptação do software passa pelo Português, e é aí que Portugal já tem uma indústria muito desenvolvida, mundialmente reconhecida, e poderá penetrar mais nos países de expressão portuguesa – possivelmente em parceria com grandes empresas brasileiras, que têm mais força para uma tal expansão”. Recordando assim a importância que a florescente e dinâmica indústria portuguesa de software pode vir a ter no aprofundamento dos laços de Portugal com a África lusófona e na recuperação económica do nosso país.

Fonte:
DW

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