*É um Lusófono com L grande? Então adira ao MIL: vamos criar a Comunidade Lusófona!*
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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Afinal, vai manter-se a ligação ferroviária entre Portugal e a Galiza

Comboio da CP (http://porto24.pt)
Comboio da CP (http://porto24.pt)

"A ligação ferroviária entre Porto e Vigo vai afinal manter-se. A decisão de suprimir parte desta linha tinha sido anunciada esta semana, mas a CP salvaguardou que tal poderia não acontecer caso a congénere espanhola Renfe aceitasse pagar os custos além fronteiras. Para justificar o fim da linha, a CP alegava um prejuízo mensal de mais de 19 mil euros. (...) O acordo surgiu ontem: a espanhola Renfe pagará à portuguesa CP cerca de 450 mil euros por ano"

Jornal i
9 julho de 2011

Portugal tem todo o interesse em manter abertas vias de comunicação e de transporte com todos os locais onde, no mundo, se fala português. Por essa razão, qualquer privatização da TAP deve acautelar a manutenção das rotas com todos os países da África lusófona. Por essa razão, igualmente a Galiza - onde se fala o Galego ou Língua Portuguesa da Galiza - deve também manter a sua ligação ferroviária com o norte de Portugal.

A Língua Portuguesa tem uma caraterística notável: está espalhada por todos os continentes do globo, mas de forma descontínua, isto é, nenhuma nação lusófona faz fronteira com nenhuma outra. Com uma excepção: Galiza e Portugal. Resultaria assim altamente incompreensível se para além das ligações aéreas (que hoje têm sempre que passar por Madrid, por razões políticas) também se perdessem as ligações ferroviárias entre os dois únicos territórios lusófonos territorialmente contíguos. Felizmente, isso não aconteceu, mas não devido à CP. Mas à espanhola Renfe... Triste...

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