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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)

Agostinho da Silva

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Ainda em Cabinda...

Drogba ameaçado de morte e Cabinda lembra o que se passou na Jugoslávia

O bósnio Vahid Halilhodzic, que dirige a selecção da Costa do Marfim, afirmou que o clima em Cabinda, sede do Grupo B da Taça Africana de Nações em futebol, lembra o da guerra que desintegrou a Jugoslávia e revelou que jogadores da equipe, inclusive o astro Didier Drogba, do Chelsea, foram ameaçados de morte.

A Província de Cabinda, assim considerada pelo Governo de Angola, é um enclave angolano localizado entre Congo (Brazzaville) e a República Democrática do Congo. A região, rica em petróleo, é também a área de atuação das Flec (Forças de Libertação do Estado de Cabinda), que lutam pela autonomia do território.

O braço armado das Flec foi o responsável pelo atentado contra o autocarro da selecção do Togo, na última sexta-feira, que deixou três mortos. O ataque fez com que a equipa togolesa desistisse da competição.

"A situação não é nada agradável. Estamos alojados num edifício vigiado por polícias armados até aos dentes e treinamos sob a protecção deles. Tudo lembra uma guerra. Sentia-me assim em Mostar, em 1992, quando começou a guerra da Bósnia. Mas não tenho medo", disse Halihodzic ao diário "Avaz", do seu país-natal.

O treinador revelou ainda que uma entrevista colectiva prevista para o último domingo foi cancelada por razões de segurança e disse que conseguiu tranquilizar um pouco o atacante Drogba, que, segundo ele, foi ameaçado de morte.

Halilhodzic disse também que a intranquilidade em Cabinda deve crescer com o passar do tempo e criticou a organização da Taça Africana por manter a cidade como uma das sedes do torneio. As Flec prometem realizar novas acções durante a competição.

"Acredito que, pouco a pouco, todos vão entrar em pânico. Os rebeldes estão a poucos quilómetros do lugar onde estão as equipes. Apesar de tudo isso, a Confederação Africana de Futebol insiste com o campeonato", reclamou Halihodzic.

Adversária do Brasil na primeira fase da Copa do Mundo-2010, a Costa do Marfim estreia-se hoje no torneio continental diante do Burkina Fasso.

Fonte: Folha Online

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