Questões de
antropologia filosófica e outros textos, Lisboa, MIL/ DG Edições, 2025, 204
pp.
ISBN: 978-989-36224-3-8
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Colecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/zefiro-nova-aguia
Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/
Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silva
Questões de
antropologia filosófica e outros textos, Lisboa, MIL/ DG Edições, 2025, 204
pp.
ISBN: 978-989-36224-3-8
ISBN: 978-972-8958-26-8
Para encomendar: info@movimentolusofono.org
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"O Advento do Quinto Império", de António de Abreu Freire
MIL/ DG Edições, 2025, 141 pp.
ISBN: 978-989-36224-7-6
A Fundação Jorge Álvares anunciou a criação do “Prémio Fundação Jorge Álvares – General Vasco Rocha Vieira – Amizade Portugal-China”, uma distinção anual no valor de 25 mil euros. O prémio, que homenageia o último Governador de Macau, visa incentivar estudos e acções que fortaleçam a relação entre Portugal, China e Macau, alternando anualmente entre reconhecer instituições e trabalhos de investigação
A Fundação Jorge Álvares instituiu um novo prémio anual com o objectivo de promover a amizade e o conhecimento entre Portugal, a República Popular da China e Macau. Intitulado “Prémio Fundação Jorge Álvares – General Vasco Rocha Vieira – Amizade Portugal-China”, a distinção, no valor de 25 mil euros, presta homenagem ao General Vasco Rocha Vieira, último Governador de Macau, que foi também fundador e curador da própria fundação.
O prémio terá duas categorias que se alternarão em anos consecutivos. Em anos pares, a partir de 2026, será atribuído na categoria “Instituições”, aberta a qualquer entidade, nacional ou estrangeira, que tenha desenvolvido acções relevantes para aprofundar o relacionamento entre as comunidades portuguesa, chinesa e de Macau. Estas acções podem abranger áreas como cultura, língua (incluindo o patuá), ciência, educação e filantropia.
Em anos ímpares, a partir de 2027, o prémio será concedido na categoria “Trabalhos de Investigação”. Esta vertente é aberta a qualquer pessoa, sem restrições académicas ou de nacionalidade, e recompensa a qualidade de estudos escritos sobre um tema específico, dentro do âmbito das relações luso-chinesas, com particular enfoque em Macau.
Para proporcionar tempo de preparação aos potenciais candidatos, a organização divulgou antecipadamente o tema da primeira edição da categoria de investigação, que será atribuída em 2027. Sob o título “Da assinatura da Declaração Conjunta à transferência da Administração Portuguesa de Macau”. Este tema centra-se no período histórico entre o acordo sino-português de 1987 e a transição de soberania em 1999.
As candidaturas para a primeira edição do prémio, na categoria de “Instituições” para o ano de 2026, já têm calendário definido. O período de submissão decorrerá de 1 de Janeiro a 30 de Junho de 2026, através de um formulário online disponível no website oficial do prémio. A decisão do júri está prevista para Outubro de 2026, com a cerimónia de entrega agendada para Dezembro do mesmo ano.
De acordo com o regulamento, disponível online, não serão admitidas candidaturas de trabalhos ou iniciativas que tenham sido patrocinadas pela Fundação Jorge Álvares, ou de acções institucionais concluídas há mais de dois anos no momento do anúncio de cada edição. Membros dos órgãos sociais da fundação ou das suas instituições parceiras também não podem concorrer na categoria de “Trabalhos de Investigação”.
A Fundação Jorge Álvares, instituída em Lisboa em 1999 e reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública, sem fins lucrativos, tem como objetivo fundamental, no enquadramento da Declaração Conjunta Luso-Chinesa, promover a cooperação entre Portugal e a Região Administrativa Especial de Macau. A sua actividade desenvolve-se nas áreas cultural, educativa, científica, artística e social, com particular enfoque em apoiar o estudo e a divulgação de Macau e em fomentar um melhor conhecimento da sua realidade e projeção futura, mantendo uma relação privilegiada com o Centro Científico e Cultural de Macau. Elói Carvalho – Macau in “Ponto Final”
"Raiz di polon: a dança contemporânea cabo-verdiana como forma de expressão filosófica", de Elter Manuel Carlos
MIL/ DG Edições, 2025, vol. I, 114
pp.
ISBN: 978-989-36224-2-1
"Compreender, Verdade e Política em Hannah Arendt", de Rui Fernando Gueifão
MIL/ DG Edições, 2026, 132 pp.
ISBN: 978-989-36597-4-8
"Da Saudade – de Endovélico por Atégina: Mitos & Mistérios da Portugalidade", de Luísa Borges
MIL/ DG Edições, 2025
ISBN: 978-989-36597-2-4