Estamos a celebrar no dia da libertação e da autodeterminação, o dia do início da perda da independência e de muitos dos direitos, liberdades e garantias do indivíduo. Somos cada vez mais cidadãos, seres indiferenciados da urbe e menos indivíduos, com direitos e deveres sob os auspícios da autodeterminação e da responsabilidade pessoal.
Esta "é uma manhã triste de Dezembro em que se marca o reinício do jugo dos Habsburg (actuais), os poderes centralizadores da Europa sobre todos os povos Europeus e em especial sobre nós".
Deixo a meditação à vossa consideração.
Abraço
Eurico Ribeiro