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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Moçambique e Zimbabwe dinamizam cooperação

Moçambique e o Zimbabwe manifestaram, ontem, a intenção de reforçar as relações de cooperação bilateral nas áreas política, económica, económica e diplomática

Maputo - A intenção foi manifestada à imprensa pelos Presidentes dos dois países, respectivamente, Filipe Nyusi e Emmerson Mnangagwa, no final de três horas de conversações bilaterais, à porta-fechada, que marcaram a visita que o estadista zimbabweano efectuou nesta quarta-feira ao país.

"Os nossos países devem continuar a trabalhar juntos para trilhar o caminho do progresso" disse o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, no seu discurso de ocasião, chamando o sector privado dos dois países, para ser mais activo na exploração das oportunidades e potencialidades existentes.

"É preciso sermos ousados na busca de parcerias para a exploração das oportunidades existentes" disse Nyusi, dando como exemplo, o sector dos recursos naturais.

Para além das históricas relações na área político-diplomática, Moçambique é dos principais fornecedores da energia eléctrica para o Zimbabwe. A par deste serviço, Harare tem no Porto da Beira, uma das soluções para o seu comércio com o mundo.

Emmerson Mnangagwa disse, por sua vez, que os dois países precisam de dar outra dinâmica a cooperação, apostando numa parceria que privilegie resultados.

O Estadista zimbabweano falou, sem detalhar, sobre acordos assinados que, no entanto, não foram materializados e exortou para que a nova fase de cooperação que agora inicia, seja diferente da anterior.

"Nós vamos exigir resultados. Não queremos mais trabalhos ministeriais que não tragam resultados palpáveis. Queremos que os nossos ministros sejam proactivos e nos tragam resultados" vincou Mnangagwa.

Paralelamente à cooperação bilateral, Mnangagwa falou do processo de transição que afastou Robert Mugabe do poder. Segundo ele, a transição foi e continuará a ser pacífica e o seu antecessor e seu legado serão preservados e tratados com a devida consideração.

Sobre as eleições gerais previstas para este ano, numa data ainda por anunciar, Mnangagwa assegurou que estas vão obedecer os padrões democráticos e de transparência e liberdade, previstos pelos princípios da SADC e União Africana. In “Folha de Maputo” - Moçambique

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