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Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 10 de dezembro de 2017

Venezuela - Aumenta a procura pelos cursos de língua portuguesa


A procura de cursos de Português está a aumentar rapidamente na Venezuela, país onde os lusodescendentes estão empenhados em “recuperar” a língua dos pais, revela Rainer de Sousa, coordenador do EPE (Ensino Português no Estrangeiro) na Venezuela
 
Um fenómeno que acontece a par da cada vez maior vontade dos venezuelanos em aprenderem a língua portuguesa. “Cada vez mais está na moda aprender português, sobretudo na Venezuela, o que acontece também na América Latina, segundo alguns colegas meus, sobretudo na América Latina de língua espanhola”, explicou Rainer de Sousa à agência Lusa. O coordenador do ensino do português naquele país acrescenta que a maioria dos países da América Latina, onde há uma maior procura do ensino, faz fronteira com o Brasil.
 
“O caso venezuelano é diferente, porque embora faça fronteira com o Brasil, a comunidade portuguesa é muito forte na Venezuela, há muitos lusodescendentes que agora recuperar a língua dos seus antepassados e estes lusodescendentes estão muito adaptados e inseridos na sociedade venezuelana”, disse.
 
Segundo Rainer de Sousa, os lusodescendentes “têm muitos amigos e, portanto, os portugueses na Venezuela geram uma data de contactos que faz com que os venezuelanos queiram aprender a língua dos seus vizinhos (portugueses) e dos amigos”. “Alguns trabalham para portugueses e sentem uma certa empatia pela cultura portuguesa e procuram conhecer a língua portuguesa”, frisou.
 
IV Encontro de Professores de Português
 
A 18 de novembro, a Casa Portuguesa Venezuelana do Estado de Caracas, na cidade de Valência, a 165 quilómetros a oeste de Caracas, acolheu o IV Encontro de Professores de Português na Venezuela, organizado pelo Camões-Instituto da Cooperação e da Língua.
 
Segundo Rainer de Sousa, existem atualmente na Venezuela “cerca de 100 professores de língua portuguesa, o que é um número ainda baixo”, porque são precisos “muitos mais, porque cada vez mais há mais venezuelanos e luso-venezuelanos que querem aprender o português”.
 
O responsável explicou que há cada vez mais universidades que embora não tenham o curso de Língua Portuguesa, têm o Português como língua de opção dentro do plano curricular. É o caso da Universidade Metropolitana e da Universidade Bolivariana da Venezuela, ambas em Caracas. “A Universidade Central da Venezuela (Caracas) é a única, até este momento, que forma intérpretes, tradutores e investigadores em língua Portuguesa. O Instituto Camões tem há mais de 20 anos, um protocolo de cooperação com eles”, frisou.
Nesse sentido explicou que o núcleo da Universidade Pedagógica Experimental Libertador (UPEL), em Arágua, 100 quilómetros a oeste de Caracas, tem quase 120 jovens venezuelanos inscritos para se formarem como professores de Língua Portuguesa, a partir de fevereiro ou março de 2018. “Isso vai ter um impacto muito positivo daqui a quatro anos, quando estes jovens terminarem a formação e forem para o ensino venezuelano ensinar português”, assumiu.
 
Segundo Rainer de Sousa, os professores estão muito agradecidos pelo apoio que o Camões-Instituto da Cooperação e da Língua tem dado ultimamente ao ensino do português na Venezuela, através da doação de manuais, e estão muito nesta expectativa de saber que impacto terá nos próximos anos a formação de professores de português. In “Mundo Português” - Portugal

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