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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Entrevista ao Voz Ribatejana, a propósito de «Nautas»

Na edição de hoje (Nº 173) do jornal (quinzenário regional) Voz Ribatejana, e nas páginas 26 e 27, está uma entrevista que eu concedi ao director daquele, Jorge Talixa, sob o título «Sociedade da informação motiva novo livro de Octávio dos Santos», sendo o livro, obviamente, «Nautas». Um excerto: «Actualmente tudo, ou quase, se pode ver, consultar, receber e pagar pela Internet, com um ecrã e um teclado. Contudo, não sei se em certos casos se terá passado do “oito” ao “oitenta”, ou mesmo do “zero” ao “cem”. Ainda existem significativas faixas da população, constituídas por pessoas idosas e com pouco ou nenhum contacto com as nova tecnologias, que como que são forçadas a cumprir as suas obrigações, fiscais e não, em modo electrónico. Acho que é um erro, e um erro perigoso, estar-se a tentar abolir, completamente ou quase, a utilização de papel. Tem de haver salvaguardas físicas, concretas, e a Rede, embora poderosa, pode ser ou tornar-se frágil, como o demonstram os constantes ataques e infiltrações por hackers que muitos sítios sofrem. Apesar disso, sou por princípio contra a imposição de “regras” ou “factores de controlo” que reduzam eventuais “abusos”, em especial no que se refere à liberdade de expressão. Oponho-me incondicionalmente à censura prévia, e se alguém se sentir prejudicado por algo que aconteceu, viu ou ouviu, que recorra aos tribunais. Prefiro a auto-regulação à regulação… quantas vezes com “tiques” totalitários.. vinda de cima. Os cidadãos devem estar sempre atentos, fazer bom uso das ferramentas que têm ao seu dispôr… e não acreditarem em tudo o que lêem. Mais uma vez digo, o cepticismo e a desconfiança, em doses adequadas, são atitudes saudáveis.»

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