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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quinta-feira, 23 de março de 2017

Previsões para um próximo futuro

O Tampão político/militar do Reino de Marrocos
Quem olhar para a posição geoestratégica do Reino de Marrocos ficará surpreendido com a sua enorme proximidade da Península Ibérica e daí poder-se concluir da importância que tem Marrocos para os Povos Ibéricos!|
Certamente que não será preciso relembrar a política externa dos EUA apoiada pelos seus aliados europeus. Depois das desgraçadas ofensivas militares por parte dos Norte-americanos no Iraque e na Síria, não falando doutros países mártires como por exemplo o Afeganistão e outros a América do Norte tem vindo a cometer uma série de desaires militares e políticos em relação àqueles povos.
A América do Norte e os seus mais diretos aliados como a Inglaterra têm vindo a cometer erros monumentais quanto ao Iraque e à Síria criando com a sua ação bélica terríveis "vespeiros" que com o tempo irão exercer cada vez mais uma ação nefasta na Europa. Têm vindo a ser cometidos erros sobre erros e tudo indica que nada mudou depois do ataque às Torres Gémeas da Cidade de Nova York no dia 11 de Setembro de 2001, início da Terceira Guerra Mundial, infelizmente importantes responsáveis políticos de uma maneira irresponsável e ingénua apresentam a ideia de que a Terceira Guerra não foi iniciada.
Esses mesmos responsáveis políticos são já considerados “criminosos”! Estejam atentos os Povos Ibéricos – Portugal e Espanha deverão estar unidos e preparados para uma futura invasão de islâmicos radicais ávidos de invadir a Península Ibérica e proclamar o antigo e extinto Califado “Al-Andalus”.
A invasão islâmica da península Ibérica, também referida como invasão muçulmana, conquista árabe ou expansão muçulmana, refere-se a uma série de deslocamentos militares e populacionais ocorridos a partir do ano 711, quando tropas islâmicas do Norte de África, sob o comando do general Tárique, cruzaram o estreito de Gibraltar, penetraram na península Ibérica, e venceram Recaredo I, o último rei dos Visigodos da Hispânia, na batalha de Guadalete. Após a vitória, termina o Reino Visigótico.
Nos séculos seguintes, os muçulmanos foram alargando as suas conquistas na península, assenhoreando-se do território designado em língua árabe como Al-Andalus, que governaram por quase oitocentos anos.
Esta realidade histórica poderá vir a repetir-se se o “Tampão Político/Militar de Marrocos vier a “romper-se” fruto das insistentes “asneiras” já praticados pelos EUA e seus aliados europeus. Pelo exposto deverão os Povos Ibéricos unirem-se na defesa da sua Península estabelecendo com Marrocos fortes acordos de defesa mútua e cooperação intensiva militar, economica e política. É urgente haver cuidado e prevenção por parte de Portugal e da Espanha!
Com o fim físico da auto proclamado estado islâmico irá origem à dispersão de milhares de combatentes radicais islâmicos que misturados com os imigrantes e refugiados irão associar-se aos radicais europeus residentes e assim criando as necessárias condições para a destruição e transfiguração dramáticas da Europa dos europeus!
Jacinto Alves

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