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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
NIB: 0036 0283 99100034521 85; IBAN: PT50 0036 0283 9910 0034 5218 5; BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Caso pretenda aderir ao MIL, envie-nos um e-mail: adesao@movimentolusofono.org (indicar nome e área de residência). Para outros assuntos: info@movimentolusofono.org. Contacto por telefone: 967044286.

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

domingo, 21 de agosto de 2016

MIL-Notícias, Brasil...

Rio2016: Fim dos JO aumenta falências em 12% para micro e pequenas empresas            

O número de falências empresariais no Rio de Janeiro poderá crescer em 5% com o fim dos Jogos Olímpicos (Rio2016), cuja cerimónia de encerramento acontece neste domingo na 'cidade maravilhosa'. Se consideradas as micro e pequenas empresas, o fenómeno de insolvências vai aumentar 12%, antecipa um estudo divulgado pela Solunion, uma seguradora de crédito participada da Euler Hermes.

O relatório, baseado em previsões da Euler (grupo Allianz), começa por admitir que os Jogos Olímpicos (JO) terão gerado um crescimento [económico] ligeiro e algum emprego de curto prazo (e de baixas qualificações) no Brasil.

Mas o seu impacto líquido será «negativo», nomeadamente ao nível do aumento da dívida pública (a subir de 74% em 2015 para uma previsão de 90% do PIB do país em 2017); das pressões inflacionistas (que serão visíveis até 2020, dada a rigidez dos preços na economia brasileira) e; pelo número falências empresariais que, cujo aumento na região do Rio será de até 12% (se consideradas as micro e pequenas empresas), a comparar com um aumento médio de 0,4% a 1% para o mesmo setor institucional a nível nacional.
Na fase de investimento nos JO (sobretudo de 2011 a 2014) os principais focos de atividade foram os setores de construção e serviços, estimando-se que os investimentos em infraestrutura tenham somado 38 500 milhões de reais (cerca de  10,5 mil M€ ao câmbio atual) entre 2009 e 2016 (período que também abrange a  organização do mundial de futebol de 2014).

Depois, prossegue a análise, já em 2016, emergiram os negócios relacionados com a alimentação, transporte, serviços domésticos, alojamento, comunicações e ócio, mais direcionados para a realização das Olimpíadas. Com o fim do evento, estas atividades serão as mais ameaçadas pelas insolvências.
Na análise ao fenómeno das falências, o estudo antecipa que depois do evento se possa assistir, em termos gerais, a um incremento «de 22% nas insolvências empresariais a nível nacional» em 2016.
Globalmente, além da fenómeno das insolvências (com consequências no desemprego), problemas como a inflação e a dívida pública (sobretudo no estado do Rio de Janeiro, que já enfrenta problemas de Tesouraria e já teve de recorrer a auxílio do governo federal) poderão ser «ampliados» no período depois do evento Rio2016, nota Daniela Ordóñez, especialista da Euler Hermes para a América Latina, citada no relatório.
Calculando que os JO impulsionem o PIB brasileiro por um valor «insignificante» ( 0,05 pontos em 2015 e 0,03  em 2016) - considerando sobretudo o investimento, mais o efeito positivo temporário no emprego e a receita gerada (turismo e consumo) -,  o estudo refere, no entanto, que estes fatores mostram-se «totalmente insuficientes para compensar a grave crise económica» que afeta o Brasil desde antes dos JO.

De resto, o estudo estima que a recessão no Brasil se situe em 3,5% em 2016, depois de uma contracção que atingiu 3,8% e 2015.
Diário Digital

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