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Apoiado por muitas das mais relevantes personalidades da nossa sociedade civil, o MIL é um movimento cultural e cívico registado notarialmente no dia quinze de Outubro de 2010, que conta já com mais de 40 milhares de adesões de todos os países e regiões do espaço lusófono. Entre os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho Consultivo, constituído por uma centena de pessoas, representando todo o espaço da lusofonia.
Defendemos o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço lusófono – a todos os níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

SEDE: Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa)
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"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"

"Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa"
Trata-se, actualmente, de poder começar a fabricar uma comunidade dos países de língua portuguesa, política essa que tem uma vertente cultural e uma outra, muito importante, económica.

A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo.


Agostinho da Silva

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Proposta de Carta Aberta ao Dono da PT Portugal

Excelentíssimo Senhor, Patrick Drahi

Conforme fomos informados, a PT equaciona a hipótese de acabar com diversas extensões internacionais da plataforma Sapo – nomeadamente, a “Sapo Moçambique”, a “Sapo Timor-Leste”, a “Sapo Angola” e a “Sapo Cabo-Verde”.

Podemos até compreender que um cidadão francês não compreenda, à partida, a mais-valia estratégica destas plataformas ou a importância vital destas redes trans-nacionais no espaço lusófono. Com efeito, a realidade da Lusofonia é singular – não, de todo, comparável com as relações que existem entre os diversos países francófonos, apenas para lhe dar um exemplo próximo.

Também compreendemos que a responsabilidade maior não será sua. Afinal, foi o Estado português que lhe vendeu uma empresa estratégica, com um caderno de encargos que, pelos vistos, não salvaguardava a preservação e o desejável reforço dessas redes trans-nacionais no espaço lusófono.

Chegados aqui, porém, não poderemos deixar simplesmente que a PT acabe com as diversas extensões internacionais da plataforma Sapo, por mais argumentos economicistas que apresente. Mesmo nesse plano, se não imediatamente, pelo menos no médio-longo prazo, essa aposta será sempre rentável. Sendo que aqui há questões de princípio de que não podemos abdicar: a nosso ver, uma empresa com o nome de “PT Portugal” não pode jamais ter iniciativas anti-lusófonas.


MIL: Movimento Internacional Lusófono | MIL – Portugal

16 comentários:

Maria Manso disse...

Totalmente de acordo.
Abraço
Maria de Deus Manso

V. Fortes disse...

As plataformas trans-nacionais nos países que compõem o espaço Lusófono são uma mais valia para a coesão almejada e meio de ligação entre os respectivos povos. Deste modo, subscrevo na íntegra este recado que espero venha a ser devidamente tido em conta para a solução que a PT deve exercer.
Cordialmente

Korsang di Melaka disse...

Relembrar em 2002, a chegada da PT - Portugal a Timor Leste, esta acolhida com o maior afeto e alegria, a cooperação de Portugal com as comunicações facilitadoras do desenvolvimento de uma nação,foi obra louvável e inesquecível. Tendo sido possível alargar a comunicação a todos os distritos, criando postos de trabalho, foi um acontecimento que faz parte da memória de todos e da história de Timor Leste.
Aquilo que se fez em Timor Leste não se apaga e não se esquece.
Subscrevo a carta agora conhecida, apelando a todos que o nosso compromisso lusofono, exige uma atenção séria a todas as medidas que possam afetar as comunidades de afetos impedindo o seu desenvolvimento que inclui como prioridade a comunicação. Olhando a falta de oportunidades educacionais, sociais e comunitárias que conduzem ao conhecimento. Ùnica forma de combater a pobreza.

Relevando a afirmação expressa na carta “PT Portugal” não pode jamais ter iniciativas anti-lusófonas.

O respeito pelos os profissionais da PT-Portugal, altamente qualificados, que operaram no terreno, ensinaram e formaram outros profissionais irmãos e irmãs de Timor-Leste é obra reconhecida como um valioso património humano.
Com amizade
Luisa Timóteo

José Almeida disse...

Parece-me muito bem!

Creio até que esta missiva poderia ser também endereçada ao (des)Governo responsável pelo negócio que envolveu a venda desta empresa. Importa implicar e responsabilizar os principais culpados de mais um processo de privatização anti-patriótico.

danilo disse...

Subscrevo a proposta

Maria Afonso Sancho disse...

Estou de acordo com a ideia geral.
E dou os parabéns à Direção do MIL, pela constante atenção e tomada de posição com respeito a estes detalhas de vida lusófona.
Apenas sugiro terminar a redação da carta com uma sugestão, útil para eles, do que são os nossos objetivos.
E usarem o excelente "anti-lusófono" noutra zona da carta.
AbraçoMIL

Artur Manso disse...

Caros amigos
De facto os negócios do Estado português com as empresas, neste século XXI, foram ruinosos.
Na minha perspectiva, como muito bem se afirma no texto, a responsabilidade destes serviços é primeiramente do Estado e não das empresas, mas como se tem visto em Portugal e no espaço lusófono o Estado para distribuir vai "sacando" às empresas particulares em ascensão não se preocupando minimamente com o que virá a seguir com a sua inevitável falência (distribuem tanto e tão mal que um dia ficam sem coisa nenhuma).
Compete aos estados lusófonos, a todos, promover e alargar estas plataformas e na minha opinião deviam fazê-lo com a criação de uma plataforma de base que reunisse o contributo de todas as operadoras do espaço lusófono. Acho que isso até desonerava os Estados pois tanto quanto julgo saber, por exemplo, também a NOS tem capitais e negócios em todos esses países, como acontece com quase todas as grandes empresas de comunicação brasileiras.
mantendo o monopólio da PT para o serviço público irá continuar a ser um desastre pois a dispersão do capital das empresas por várias nacionalidades esvazia os desígnios nacionais.

Pedro Morais disse...

Subscrevo inteiramente a proposta.

Nuno Sotto Mayor Ferrão disse...

Caríssimos companheiros do MIL e amigos lusófonos.

Estou inteiramente de acordo com o conteúdo da Carta. É incompreensível descartar essas Plataformas Sapo quando o nome PT permanece e quando na agenda do novo Presidente da República de Portugal está a estratégia do estreitamento dos laços lusófonos.

Plataformas Sapo com os conteúdos de informação e de cultura em língua portuguesa não devem ser descartados por mera logística economicista, tanto mais quanto o potencial do espírito ecuménico da cultura de língua portuguesa é um fator fundamental de dissuasão da globalização dissociada da Ética Cívica.

Saudações cordiais e fraternas,
MIL-ilitante
Nuno Sotto Mayor Ferrão

Luís de Barreiros disse...

Está muito bem! Há algo de subtil e sibilino aqui, se não me engano: "Com efeito, a realidade da Lusofonia é singular – não, de todo, comparável com as relações que existem entre os diversos países francófonos, apenas para lhe dar um exemplo próximo." Em todo o caso, o texto está todo bem burilado...
Abraços

Orlando Piedade disse...

Totalmente de acordo.
Abraços

Flávio Gonçalves disse...

Subscrevo na integra.

Cumprimentos,

Flávio

Mariene H Freitas disse...

Caros amigos Lusófonos,

Subscrevo a proposta. Tudo que possa promover e ser facilitador do espaço lusófono merece a nossa atenção.

Abraços lusófonos

Jacinto Alves disse...

Inteiramente de acordo com a perspetiva então desenvolvida.
Cumprimentos lusófonos - Jacinto Alves

João Paulo Barros disse...

Estou de acordo. Você tem razão.

Luiz Henrique de Souza Brito disse...

Boa tarde,

Concordo que o término destas plataformas é desastroso para a lusofonia, entretanto acredito que os termos da carta estão de certo modo xenófobos, ao chamá-lo de francês que não poderia entender a questão e que a comunidade de países francófonos não teria como se comparar a comunidade lusófona. E desta forma acredito que não ganharemos a simpatia do homem que tem o poder de reverter esta decisão.

Acho que uma carta mais diplomática poderia ter um efeito mais proveitoso para os interesses da lusofonia.